segunda-feira, 18 de abril de 2011

gestação eo craque não combinam!!!

gestação e uso do craque


O pesquisador da Unesp de Botucatu, Ricardo Torresan lembra que o uso de drogas durante a gestação pode provocar o nascimento prematuro. “Depende da duração da exposição á droga. As usuárias crônicas apresentam a rotura da placenta e o nascimento é precoce. Dentre as usuárias há mais partos prematuros e riscos de morte fetal.”

Segundo a neonatologista da Unesp de Botucatu Saskia Fekete, esses bebês exigem cuidados especiais. “São crianças que precisam de mais dias de UTI. Exigem mais cuidados. Pelo próprio uso da droga pode dar algumas complicações no bebê.”

A obstetra e professora da Unesp/Botucatu, Vera Borges enfatiza que a mudança de comportamento provocada pela droga é um dos itens que afugenta as mulheres do pré- natal, inclusive nas unidades básicas de saúde. “Elas têm menos adesão ao pré-natal , tanto aqui no hospital escola como nas unidades básicas de saúde. São as que mais faltam nas consultas. Algumas nem procuram as unidades para o pré-natal.”

O medo de perder a guarda do filho e das complicações legais somado ao preconceito também contribuem para o afastamento dessa mulher do acompanhamento durante a gestação, enfatiza a pesquisadora. “No próprio serviço de saúde essas mulheres sofrem preconceito. Elas temem confessar que são usuárias de drogas. São pacientes estigmatizadas. Elas se afastam dos cuidados médicos.”

Para a médica não é possível afirmar com 100% de certeza que os bebês vão nascer com sequelas. “Depende de uma série de fatores. Da quantidade de droga consumida, da época do uso , qual droga foi usada, da genética da mãe, da sensibilidade dessa criança que está sendo gerada, da genética da criança. É como preparar uma sopa, não basta todos os ingredientes. Não dá para afirmar que se a mãe é usuária de droga o bebê vai nascer com problemas. Pode se afirmar que é grande o número de crianças com problemas que têm mães usuárias de drogas.”


____________________


Em apenas 4 minutos,
crack chega aos fetos

Estudos comprovam que a droga ingerida pela grávida atinge o feto em quatro minutos, explica a neonatologista Saskia Fekete. “As pesquisas mostram que demora em torno de quatro minutos para que o feto receba o mesmo nível de droga que a mãe está ingerindo. Há de se ressaltar que o feto é um organismo imaturo e isso pode causar inúmeros problemas. Muitas vezes fica difícil separar o que é efeito da droga na vida intrauterina com os cuidados que essa criança vai ter no pós-natal. A gente não sabe o que vem do ambiente e o vem diretamente da droga.”

Os efeitos da droga podem ser traduzido em malformações, diz a pesquisadora. “Os mais frequentes atingem o sistema nervoso central, provocam hidrocefalia, problemas renais, cardíaco e, por exemplo. Alguns fetos não desenvolvem o cérebro que está em formação e nascem com a cabeça menor. Outros passam a sofrer convulsões porque o cérebro não se formou adequadamente. A grande maioria das malformações não são visíveis a olho nu.”

Os problemas mais frequentes são crianças com atrasos de desenvolvimento neurológico, crianças especiais que vão exigir tratamento especial sendo que a sociedade não está preparada para atender. “Ela mal consegue lidar com os normais. Vai ser difícil atender essa população.”

A malformação é difícil de reconhecer, enfatiza Fekete. “A ação do crack não vai dar uma malformação típica. Se a mãe não fala que está se drogando, só olhando a criança é difícil reconhecer . Com o álcool mesmo a mãe não falando, só olhando a criança é possível saber porque tem a síndrome alcoólica fetal que apresenta alterações típicas. No crack não. Sabe que pode acontecer N coisas, mas não tem nada típico.”

O crack traz implicações para a mãe e para a criança. Seja no período de gestação, seja no pós parto. As principais complicações ficam concentradas no desenvolvimento mental desse bebê. O uso crônico pode provocar alterações na estrutura do cérebro dessa criança. Alguns estudos têm mostrado que a cocaína no período pré-natal produz alterações bioquímicas e estruturais no cérebro do feto e o crack é um subproduto dessa droga.”

A taquicardia fetal , uma esquemia no cérebro causada pela pouca irrigação do sangue também é possível acontecer.


____________________


Grupo quer abraçar as parturientes

A obstetra Vera Borges é a favor de um tratamento mais avançado, especializado, para atender as mulheres usuárias de drogas. “Estamos montando um grupo de multiprofissionais para um atendimento específico, uma vez que os casos estão cada vez mais presentes. A universidade tem que ter um tratamento mais avançado.” Ela acha que os casos precisam ser identificados. Através de observação, os profissionais têm percebido que das 150 novas gestantes a cada mês na faculdade, duas são usuárias de droga.

Um dos principais objetivos do trabalho é fazer com que a usuária diminua o uso durante a gestação e consequentemente cause menos danos ao feto. “Vamos envolver a família. Queremos que essa mulher tenha a oportunidade de deixar o vício e não perder a guarda do filho. A gravidez é um momento que mobiliza essa mulher a se tratar, por isso o serviço mais amplo.”

A obstetra frisa que quando o trabalho é feito com grupos mais homogêneos, os resultados são melhores porque há uma proximidade maior com as necessidades desse grupo. “São profissionais de psiquiatria, psicologia, assistência social, obstetrícia, neonatologia e pediatria. Vamos abraçar essa mulher para tentar fazer com que ela reconstrua sua vida.”

A neonatologista, Saskia Fekete ressalta que o grupo vai acompanhar e ver quais são as alterações mais frequentes. O crack foi bem estudado. A gente ainda não está acompanhando essas crianças. Em outros lugares do mundo já tem muitos estudos que acompanham crianças filhos de mães usuárias.”

Para o psiquiatra, Ricardo Torresan a intenção também é produzir conhecimento. “Temos que olhar com outros olhos. Queremos acompanhar esses casos, essas crianças. Fazer um levantamento em nosso ambulatório.”

A literatura, segundo a obstetra, descreve que o trabalho com uma equipe multiprofissional, melhora o resultado junto aos usuários porque eles diminuem o uso, não só durante a gestação mas quando nasce o bebê.

“Nossa idéia inicial é começar com as pacientes que são atendidas aqui. A gente quer abranger Botucatu e ser uma referência para toda a região de atendimento de pacientes usuárias de drogas. A previsão é que os serviços comecem a funcionar no começo de maior.”

sábado, 16 de abril de 2011

não fique fora desta!!!!!


este mês quem comentar no blog vai concorrer ao um macação curto da laueren ralfh,eum macação de menina de malha e uma biquininho só a parte de baixo fofuxo o frete é por conta do ganhador mais vale a pena,

mãe de multiplos


esta foto é quando por felicidade do destino divino deia luz aos meus bebês gemeos Joel e Daniel,meus gemeos nasceram grandes um com 2900 gramas e o outro com 2600 gramas tudo porque faltavam duas semanas pra data revista pro parto graças a Deus foi tranquilo o parto pena queria pn, mais não deu mais foi pc,mais deu tudo certo,hoje jáfazem14 anos parece que foi ontem como foi emocionante ter bebês gemeos é lindo fui muito feliz com este presente de Deus!!!! tirando o trabalho que dáo resto é só alegria

terça-feira, 29 de março de 2011

bebê gripado

ele é tão novinho e já esta tossindo muito o que fazer?


vou te dar uma receita basica natural compre uma cenoura media,descasque e triturar no multiprosesador ou no liquidificador con um copo de aguá,use só a poupa depois é só peneirar e levar ao fogo coloque açucar até engrossar deixe ferver depois ponha pra esfriar e começe a dar ao bebê tres vezes ao dia é batata .uma vez estava com bebê nestas condições e gastei muito com xarope famosos não resolveu nada ,quando me deram esta receite eu até ri mais depois tentei comecei de manhã e a tarde ele não estava mais tossindo ,tem tanbem melado de beterraba vc corta e deixa dormir e vc dá o caudinho pro bebê,ja lidei com muita bebê.tive oito tente e vê se dá certo até aproxima postagem bijus!!!!

sexta-feira, 18 de março de 2011

Bebês e futebol,devo colocar roupas de time no meu filho?


Muitos pais são apaixonados pelo futebol e sempre tem algum ídolo Mostrar tudoindependente do time que gosta, já que atualmente existem muitos times de futebol como o Corinthians, Palmeiras, São Paulo, Flamengo, Santos, Fluminense, Grêmio entre muitos outros.
A paixão pelo futebol nasce desde criança quando o pai incentiva seu filho a torcer pelo mesmo time que ele, presenteia com roupas do time, mostra os jogadores,levapara assistir aos jogos enfim insentiva o filho a ter a mesma paixão tendo os mesmo hábitos do pai, passando de pai para filho é que isso só tende a aumentar, pois futebol na verdade é um amor que está dentro de todos os seres humanos é nato de cada um, e a grande maioria da população torce, vibra e é apaixonada pelo seu time.
E com isso muitas crianças crescem com o objetivo de quando tiver a idade certa serão jogadores de futebol, serão grandes jogadores e que fará muito sucesso. Todo torcedor tem um jogador que estimula a gostar ainda mais de
futebol e estimula a correr atrás das metas e objetivos para que possa conseguir o que tanto deseja, o sonho de ser jogador de futebol é uma característica da grande maioria dos meninos que querem um dia ser reconhecido como fenômeno, o homem do futebol e poder gritar é gol, eu consegui(isso dito por pelé), por isso que muitos treinam desde crianças participam de campeonatos já desenvolvem habilidades para que o futuro seja radiante e próspero. aqui estão pais que sonhão com seus bebês jogando futebol,estes são os casos de Mari uma mãe apaixonada por seu filho Mateus que desde sempre já veste seu filho com a roupa do time do coração(palmeiras), ela e apaixonada pelo palmeiras juntamente com seu o pai de Mateus patrik fanático pelo verdão e dede ja isentiva o filho a ser palmeirense ,tem gente que critica eu não tenho nada contra,cada um veste seu filho da forma que gosta .E isso ai Mari isentive o seu filho a gostar de esporte é muito bom e saudavel !!!

Nas fotos acima a mamãe Mari o pai patrik e o pequeno Mateus.

sábado, 12 de março de 2011

sexta-feira, 11 de março de 2011

vc que sadia doe seu leite pra bebês de mães soro positivo

01/03/2011 09h27

Maternidade oferece atendimento especializado para gestante soropositiva



Foto: Ascom/Sesau

As mães com HIV não podem amamentar e os filhos são alimentados com leite pasteurizado do Banco de Leite ou então artificial
No último semestre de 2010, o Hospital Materno Infantil Nossa Senhora de Nazareth (HMINSN) registrou uma média mensal de três gestantes portadora do vírus HIV. Essas mães continuam recebendo tratamento especializado, e o bebê é acompanhado até um ano e seis meses de idade, quando será possível obter resultado do exame de sorologia.

Em 2011, apenas um caso foi confirmado. As ações fazem parte do Projeto Nascer, instituído em 2002 pelo Ministério da Saúde (MS). Quando a paciente apresenta diagnóstico prévio (já com a confirmação do vírus no cartão pré-natal), é encaminhada para a Unidade na 38ª semana de gestação, para a realização de parto cesariano eletivo – fora do trabalho normal de parto.

Segundo a diretora-geral do HMI, Ana Carolina Brito, ao realizar o parto cesariano eletivo, diminui o risco de transmissão vertical do vírus HIV [de mãe para o filho] e de imediato a criança é impedida de ser amamentada pela mãe e a medicação é iniciada. Uma equipe multiprofissional da Unidade orienta a mãe a não amamentar o bebê em hipótese alguma. “A criança passa a ser alimentada com leite pasteurizado do nosso banco de leite ou então de fórmula [artificial]”, enfatizou Ana Carolina, ao acrescentar que a criança deve tomar o xarope [medicação apropriada para o tratamento] em até duas horas de vida.

Em Roraima, quando a gestante não chega à Maternidade com o diagnóstico prévio, o exame é feito na hora do parto e o resultado sai em 30 minutos. Se for positivo, a mãe é informada e inicia-se a aplicação do protocolo, com administração de antirretrovirais, e parto cesariano.

Logo após o nascimento da criança e início do tratamento, a mãe é encaminhada para o aconselhamento, onde profissionais darão as primeiras orientações sobre os cuidados que devem ser tomados no tratamento da criança e da própria mãe.

Durante o primeiro ano e seis meses de vida do bebê, a mãe e a criança são acompanhadas por meio de consultas mensais. Tanto a mãe, quanto o filho tomam medicações antirretrovirais, fornecidas pelo SUS. O tratamento deve ser seguido pontualmente para evitar a positivação do vírus HIV na criança.

PROJETO NASCER
Lançado pelo Ministério da Saúde, em 2002, o Projeto Nascer pretende evitar ao máximo a transmissão da aids e da sífilis da mãe para o filho durante a gestação. O projeto atua em 450 maternidades do Sistema Único de Saúde (SUS), em municípios considerados prioritários e que atendam a mais de 500 partos por ano.

O Projeto Nascer amplia a cobertura do Programa de Humanização do Pré-Natal e Nascimento, garantindo a realização do teste rápido do HIV e sífilis em mulheres que não fizeram os exames no pré-natal da rede
do SUS.

quarta-feira, 9 de março de 2011

vista a gestante

ista a mamãe gestante

Vista a mamãe gestante

Objetivo do Jogo

Com essa moda toda para mulheres magras agora você pode mudar isso vista essa mamãe gestante com essas roupas lindas que fizeram para ela solte seu dom com roupas.

Dê Seu Voto para Este Jogo: RuimRegularMedioBomÓtimo (5 voto, média: 1,00 de 5)


sábado, 5 de março de 2011

Sexo do Bebê
É possível escolher o sexo do bebê?

Graças aos grandes avanços na tecnologia, com técnicas modernas utilizadas na fertilização in vitro, é possível identificar o cromossomo X feminino e o cromosso Y masculino, possibilitando a escolha dos que serão implantados no útero.

Porém, estes procedimentos têm um custo elevado, não sendo acessíveis à maioria dos casais brasileiros.

Para os casais que queiram tentar na sorte, utilizar métodos naturais para a escolha do bebê, existem algumas dicas relacionadas ao melhor momento fisiológico para cada sexo, mas é claro que sem nenhum tipo de certeza. Somente a fertilização in vitro garante 98% de acerto.

Antes precisamos entender como é o comportamento dos espermatozóides.

Os espermatozóides que carregam o cromossomo Y são os masculinos. Possuem a cabeça menor, são mais rápidos, porém, menos resistentes. Já os espermatozóides com cromossomos X são os femininos. Possuem a cabeça maior, são mais lentos e mais resistentes que os masculinos.

O primeiro a fazer é determinar o dia exato da ovulação. Isso pode ser feito com mais segurança através de ultra-som transvaginal seqüencial (do 11º ao 14º dia do ciclo) ou através de um exame que mede o pico de LH na urina da mulher, indicando que a ovulação ocorrerá nas próximas 36 horas. O teste é vendido em farmácias.

Sexo do Bebê
Para ter menina:

  • Uma vez determinado o dia fértil , deve-se manter relações sexuais até 2 dias antes da ovulação e não ter relações, até 3 dias após a mesma.
  • A mulher deve ter o orgasmo depois do homem, caso contrário, as contrações e o muco mais eliminados auxiliam na locomoção dos espermatozóides, favorecendo os masculinos que são mais rápidos.
  • A mulher deve comer mais durante seu período fértil , incluindo vinagre e pimenta nas comidas para aumentar a acidez, pois os espermatozóides femininos a suportam melhor que os masculinos.
  • Duas horas antes da relação sexual, a mulher deve fazer uma ducha vaginal com água e vinagre branco, para ajudar a aumentar a acidez do local. Medidas: 2 colheres de sopa de vinagre para 1 litro de água.
  • a penetração não deve ser profunda no momento da ejaculação, já que o espermatozóide feminino se move lentamente e vive mais.
  • a penetração deve ser com homem por trás da mulher, para que o esperma se deposite longe do colo uterino.

Sexo do Bebê
Para ter menino

  • O casal deve manter relações sexuais no dia exato da ovulação.
  • O orgasmo deve ser simultâneo (se possível) ou a mulher sentir o orgasmo pouco antes do homem, fazendo com que as contrações e o muco liberado auxiliem os espermatozóides em sua locomoção.
  • A mulher deve comer pouco e evitar alimentos ácidos e apimentados, para não aumentar a acidez da vagina.
  • Duas horas antes da relação sexual, a mulher deve fazer uma ducha vaginal com água e bicarbonato de sódio, deixando-a mais alcalina, facilitando a locomoção dos espermatozóides com cromossomos Y.
  • a penetração deve ser profunda no momento da ejaculação, e a posição sexual deve ser do homem sobre a mulher.

    Boa Sorte !!!

sexta-feira, 4 de março de 2011

Jovem que não sabia que estava grávida apelou ao 'vigilantes do peso', diz tabloide

Lauren só descobriu a própria gravidez horas antes do nascimento de Lily.
Britânica tentou compensar peso ganho na gestação com dieta e exercício.

Do G1, em São Paulo

Tamanho da letra

A britânica Lauren Hannen, de 18 anos, frequentou o Vigilantes do Peso e fez exercícios para tentar emagrecer. Mas o seu probema de excesso de peso, na verdade, era devido a que ela estava grávida sem saber, segundo o tabloide "Daily Mirror".

Ela acordou de noite com dor de barriga e, duas horas depois, deu à luz a pequena Lily na sala de casa em Denbigh. Sua mãe, Melanie, ajudou no parto, ocorrido em março.

Foto: Reprodução

Lauren Hannen (à direita), ao lado da mãe, Melanie, e da bebê Lili, em foto publicada pelo 'Daily Mirror'. (Foto: Reprodução)



"Mamãe foi brilhante", disse Lauren sobre o parto.

"Eu nao tinha ideia de que estava grávida. Eu estava menstruando, e sempre usei camisinhas com meu namorado, Ben", disse. "Eu não tinha enjoos e não estava inchada."

Lauren afirmou que o único sinal da gravidez era um ganho de peso, mas que achou que ele era natural e começou a fazer dieta e correr para tentar emagrecer.

"Dias antes de Lily nascer, em março, mamãe me acusou de estar 'furando' a dieta", disse. "Como eu não conseguia perder tanto peso quanto ela, ela disse que eu devia estar 'roubando' batatas fritas e chocolate."

Lauren disse que seu namorado, Ben, ficou empolgado ao saber do inesperado nascimento da criança. Ela, no entanto, disse que sempre quis ter filhos, mas não agora.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Rosana Oshiro é uma brasileira descendente de japoneses que mora no Japão há três anos. Ela tem quatro filhos e já está na quinta gestação. Como já é experiente em partos, dessa vez a futura mamãe quer transmitir ao vivo para todo o mundo o nascimento de seu filho.

"A intenção é chamar atenção para o parto natural e ajudar empoderar as mulheres. É tudo pelo direito ao parto humanizado a todas as mulheres do mundo!", afirma Rosana.

A gestante defende que nas últimas décadas o parto passou a ser um evento do domínio médico, e deixou de ser orientado pelo corpo da gestante, perdendo também o envolvimento da família neste processo. Na opinião de Rosana, através do parto natural, especialmente o domiciliar, a mulher volta a ser a protagonista do nascimento de seu filho.

Seu terceiro filho nasceu no Brasil, através de parto normal assistido pela enfermeira obstetra e parteira Vilma Ishi. A experiência de ter um parto normal depois de duas cesáreas lhe deu confiança para optar por um parto domiciliar desassistido.

Isso mesmo, o quarto filho de Rosana nasceu em casa, sem nenhum médico, enfermeira ou parteira por perto.

Agora, ela pretende repetir a experiência e ter seu filho em casa, com a presença apenas dos familiares. E uma webcam ligada. Porém, ela ressalta que o parto só será dessa forma se não houver nenhuma intercorrência que indique necessidade de transferência ao hospital.

"Eu resolvi montar um blog falando dos últimos dias da gravidez e de todas as questões relacionadas ao parto, TP e etc para ajudar a 'empoderar' as mulheres que ainda se sentem temerosas e indecisas com relação ao parto. Minhas histórias de parto estão no blog relatosdeparto.blogspot.com para quem desejar conhecer".

Através do blog e de outras mídias sociais, como facebook, orkut, twitter, Rosana deve avisar o momento em que começar o trabalho de parto. A partir de então, será iniciada a transmissão pelo http://www.ustream.tv/channel/parto-ao-vivo.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Testes de Gravidez Caseiros

Este texto é resposta a uma pergunta deixada em comentário, que ficou sem resposta muito tempo e a que já não se justificava responder.

Os testes de gravidez caseiros, descritos, recolhi em páginas da Net. São Três:

Teste Marroquino (Pode encontrar Aqui)

Um teste de gravidez, marroquino, que antigamente se fazia, antes de existirem os testes da farmácia e de sangue,


Num recipiente de plástico, com tampa, colocar a urina da noite, antes de se ir deitar, juntar lá dentro uma agulha nova de metal.

Fechar bem a caixa e esperar 8 horas, no mínimo. No dia seguinte retira a tampa.

- se a agulha NÃO mudou de cor O TESTE É NEGATIVO;

- se a agulha ficou preta o teste é positivo (tem de ficar preta, se só mudar ligeiramente a cor não é positivo).

Espere mais 3 dias e repita o teste... e terá um belo e grande positivo. Dizem que este teste é muito fiável e quase todas as mulheres marroquinas o fazem."

Teste de urina fervida (encontra Aqui ou AQUI)

Ferver o xixi, urina, (o primeiro da manhã) num recipiente velho. Se ficar com nata o teste é positivo para gravidez (há quem diga que é positivo se subir como o leite). Se não, é negativo.

Teste de Q-boa ou de urina com cloro (há quem diga teste de Qiboa) (este teste é referido nos 2 links acima)


Colocar um pouco de Q-boa, ou água sanitaria, num recipiente branco, e juntar um pouco de xixi, urina, (o primeiro do dia). Se mudar de cor e ficar avermelhado o teste é positivo para gravidez, se não mudar de cor, se ficar normal, é negativo!

Nota: Q-boa é água desinfectante, ou "água sanitária", que se vende no Brasil e que contém cloro (simbolo químico = Cl)

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011


“Ele vai ficar bem. Eu não abro mão dele de jeito nenhum”

Trabalho com responsabilidade

Na creche, os filhos de Maria, Ana e de outras cinco mães, ficam na responsabilidade das outras detentas que trabalham na ala. “Elas são muito cuidadosas e por ser uma bebê com problemas de saúde, a atenção é redobrada com ela”, afirmou Maria. As mulheres escaladas para trabalhar na creche do presídio passam por avaliação psicológica antes de assumir a responsabilidade. Elas passam o dia no trabalho e as mães assumem o turno a partir das 17h levando as crianças para as celas.

Joana [nome fictício], 26 anos, está presa há onze meses e há quatro cuidando das crianças na creche do presídio. Ela conta que o marido, com quem estava casada desde os 17 anos, foi preso por tráfico de drogas. Eles se separaram e ela acabou se envolvendo com outra pessoa. Ana foi presa em casa onde um amigo do casal vindo de Goiânia havia deixado 260 gramas de “óleo”. “Óleo?” questionou a reportagem. “Sim, pasta base”, explicou. Olhos verdes, cabelo escuro, maquiagem discreta, sobrancelha impecável. A jovem em questão foi miss no concurso do ano passado dentro do sistema penitenciário. “O trabalho é bom porque nos ocupa. Quando a gente vem trabalhar aqui nem parece que estamos presas. Parece que vamos sair daqui e ir para casa. É uma experiência boa nos faz repensar na vida dos nossos filhos”, afirmou.


Doações

A sala dos bebês possui berços, carrinhos e todo o espaço elaborado exclusivamente para receber as crianças. É bem ventilado e higienizado. Materiais de higienização do local e gêneros alimentícios chegam ao local através de convênio com o governo do Estado. Todos os outros materiais como roupas de cama, roupas dos bebês, fraldas, colchões, são doados. “Eu mesma trago uma coisa ou outra de vez em quando”, diz a diretora do presídio. Os interessados em fazer doações podem entrar em contato direto com a creche pelo telefone 3901-1336 ou na Assistência Social pelos telefones 3901-1338 ou 3901-1333.

Dalma Fernandes de Oliveira é diretora do presídio Feminino Irmã Irma Zorzi, em Campo Grande

Fotos: Bruno Henrique

Reportagem publicada às 9h


Comentários (6)

Marta Arruda 14/02/2011 11h 39m
Viviane.Parabéns pela matéria.Vc esta dando sua contribuição para que as pessoas reflitam sobre fatos como esse. Pra mim essa é uma reflexão que deve se ter sobre a formação das famílas de hj, num pais capitalista . Estamos nos perdende correndo atras de TER, e nos esquecendo da valorização do SER. Quais foram os valores herdados na família, por mulheres com estas?E esses filhos que estão sendo educados na prisão? Que cidadãos serão

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Mulher dá à luz sem saber que estava grávida em SP
21 de junho de 2007 14h16 atualizado em 22 de junho de 2007 às 19h46

comentários
0
A desempregada Cláudia Fernanda Maranhão Silva, 27 anos, que não imaginava que estava grávida, segura sua filha na cama da Maternidade do Complexo .... Foto: Marcio Adalto/Especial para Terra

Cláudia Fernanda Maranhão Silva, 27 anos, teria feito exames. O resultado teria sido negativo
Foto: Marcio Adalto/Especial para Terra

A desempregada Cláudia Fernanda Maranhão Silva, 27 anos, que não imaginava que estava grávida, deu à luz uma menina no banheiro de casa na manhã de ontem em Ribeirão Preto, a 314 km de São Paulo. Há uma semana, ela teria ido a um posto de saúde próximo de sua casa para fazer exames. Segundo a mulher, o teste de gravidez teria dado resultado negativo.

» Veja fotos
» Bebê é confundido com ''vesícula''
» Secretário admite falha em atendimento
» vc repórter: Mande fotos e notícias

Assim que a menina de 3,255 kg e 48 cm nasceu, o marido de Cláudia, Moisés Isaias Venâncio, 24 anos, ligou para o hospital. "Eu estava deitado e de repente a Cláudia chegou e me disse que o bebê havia nascido. Levei um susto quando olhei para trás e a vi com a menina no colo. Eu não sabia que minha mulher estava grávida", disse com surpresa.

As duas ainda estão internadas na Maternidade do Complexo Aeroporto (Mater) em estado de observação. De acordo com o hospital, o recém-nascido deu entrada ainda com o cordão umbilical preso à mãe. Cláudia disse que o parto ocorreu sem dor e ambas passam bem. Mãe e filha devem ter alta médica ainda nesta quinta-feira.

O pai, surpreso, quer dar um nome famoso para a menininha: Carolina Ferraz. "É um nome bonito. Ela se parece com a atriz de novela. Vai pegar bem", disse Moisés. Cláudia tem outros três filhos: um menino de 8 anos e duas meninas - de 6 e 4 anos de idade.

O serviço de assistência social da Mater, uma entidade filantrópica mantida pela Fundação Maternidade Sinhá Junqueira e com atendimento de pacientes 100% pelo Sistema Único de Saúde (SUS), doou o enxoval à mãe e ao bebê. O marido de Cláudia é pedreiro. Por cada um dos três filhos, Cláudia recebe R$ 95 mensais do Programa Bolsa Família.

O secretário de Saúde de Ribeirão Preto, Osvaldo Cruz Franco, confirma que Cláudia passou sete vezes pelo posto de saúde durante a gestação, porém só foi avaliada duas vezes pelo clínico geral. Todas as vezes, a mãe não teria mencionado a suspeita de gravidez, só queixava-se de inchaço e do problema de pressão. O marido