domingo, 5 de agosto de 2012
A PRIMEIRA CESÁREA FEITO NO MUNDO
Cesariana na História
A primeira cesariana que se tem notícia aconteceu no ano de 1500, e foi realizado por um homem simples em sua própria esposa.
Na Antiguidade, a cesariana era praticada somente após a morte da mãePor Paula Louredo
Graduada em Biologia
quinta-feira, 26 de julho de 2012
doe e ajude a casa Agela
Parto humanizado
Um gesto de amor e respeito com a mãe, o pai e o bebê.
Seja você também um promotor dessa forma de nascer.
Faça a sua doação.
Agende uma visita. A Casa Angela, da Associação Comunitária Monte Azul, está de portas abertas para receber você.
Tel.: (11) 5852-5332 E-mail:parcerias@casaangela.org.br
CASA ANGELA
A casa de parto da Associação Comunitária Monte Azul se chama Casa Angela em homenagem à falecida parteira alemã Angela Gehrke da Silva, que, entre 1983 e 1998, atendia e amparava com muita dedicação as mulheres das favelas Monte Azul, Peinha e dos bairros adjacentes na gravidez, no parto e no puerpério. Até sua morte em 2000 ela acompanhou os nascimentos de 1.500 crianças no ambulatório e mais tarde na primeira casa de parto da Monte Azul, inaugurada em 1997. Ela se tornou uma referência, não apenas por mulheres de todas as classes sociais, mas também por muitos profissionais de saúde, maternidades, faculdades e autoridades de saúde pública na busca de um modelo de assistência humanizada ao parto e ao nascimento. A primeira casa de parto fechou suas portas em 1998, mas a lembrança da Angela e a tradição do parto humanizado permaneceram vivas, enraizadas na memória das mulheres da comunidade e das crianças e jovens, que nascerem com sua ajuda.
Com a Casa Angela, a Associação Comunitária Monte Azul dá continuidade a esta tradição e responde à grande procura de mulheres e casais por uma assistência humanizada ao parto normal e ao nascimento num ambiente acolhedor e familiar, próximo a seus domicílios.
Construída e equipada com a ajuda de parceiros internacionais, a Casa Angela tem como proposta acolher e acompanhar mulheres, casais e pais na gravidez, durante o parto, no puerpério, na fase da amamentação e durante o primeiro ano de vida de seus filhos. Além de orientar adolescentes a respeito da vida amorosa e sexual evitando gravidezes não desejadas e prepará-los da melhor forma possível para a maternidade e a paternidade responsáveis.
A maior parte das atividades já foi iniciada em 2008, sendo que o serviço de assistência ao parto oferecido durante 24 horas, poderá ser implantada apenas após o fechamento do convênio com o SUS, que garantirá a manutenção da equipe profissional.
Em 4 quartos de parto privativos e uma sala de alojamento conjunto, a Casa Angela tem capacidade para atender 150 partos normais por mês. Além dos consultórios de pré e pós-natal, há um posto de coleta de leite materno em cooperação com o Hospital Regional Sul. O salão no primeiro andar oferece espaço para atividades em grupo, palestras e eventos com até 120 participantes.
Legalizado pelo alvará de funcionamento deferido pela Vigilância Sanitária em fevereiro de 2009, a Casa Angela é inserida na rede de saúde pública como referência para o parto normal das mulheres encaminhadas pelas Unidades Básicas do Programa Saúde da Família da região.
Objetivos:
- Resgatar a vivência da gravidez, do parto normal e do nascimento como processo natural e experiência humana profundamente transformadora, valorizando seus significados afetivos, sociais e espirituais para a família e a comunidade.
- Contribuir com a humanização da assistência à mulher em ciclo grávido-puerperal e ao recém-nascido, priorizando e divulgando práticas e posturas profissionais favoráveis.
- Proporcionar a mulheres, casais, pais e adolescentes vivências que fortalecem sua autoestima, suas relações afetivas e sua disponibilidade de serem mães e pais, propiciando aos bebês um início de vida digno, saudável e pleno de possibilidades de desenvolvimento.
- Absorção de uma parte do excesso de demanda por leitos obstétricos na região, no que se refere ao parto normal de baixo risco.
Atividades:
- Consultas de pré-natal;
- Assistência humanizada ao parto normal;
- Consultas puerperais;
- Planejamento familiar;
- Apoio à amamentação - Posto de coleta de leite materno em cooperação com o Banco de Leite Humano do Hospital Regional Sul;
- Visitas domiciliares durante gestação, puerpério e na fase da amamentação;
- Oficinas e atividades artísticas;
- Ginástica e trabalho corporal para gestantes e mães;
- Cursos para gestantes e seus parceiros “Caminhando para o parto”;
- Cursos para pais e bebês;
- Programa Odonto-Bebê;
- Encontros abertos para gestantes e pais;
- Cursos de capacitação p/funcionários do Programa Saúde da Família e outros profissionais de saúde;
- Eventos e seminários abertos ;
- Curso para adolescentes: Jovens Tecendo Laços;
- Orientação individual para adolescentes.
Nonete Maria apoia casa de parto casa Angela
Carolina – nascimento do Samir
Tel.: (11) 5852-5332 E-mail:parcerias@casaangela.org.br
Conheci a Casa Angela através de uma amiga doula, a Marília Reiter (blog:http://www.manhecendo.com/) que me orientou sobre o parto natural. Até conversar com ela, eu era totalmente ignorante sobre o mundo da gestação. Não sabia da existência das doulas e das Casas de Parto… Mas sempre questionei o procedimento dos hospitais convencionais que desafiavam a lei física da gravidade (posições verticais x horizontais). Aos poucos fui me informando e descobrindo este outro lado relacionado à preparação e realização do parto natural.Minha primeira visita na Casa Angela foi no dia 28 de julho de 2011, numa quinta-feira em que já havia uma visita institucional na Casa. Fui com meu marido e nos encantamos com o espaço e o tratamento maravilhoso de toda a equipe!
A partir daí, comecei a freqüentar as aulas de ginástica para gestantes toda terça-feira com direito a massagem individual da (Fisioterapeuta), foi o que salvou minha coluna!!! Tratamento de primeira!! Sem falar nos lanches e pães maravilhosos!
Participei de cinco cursos para gestantes (aleitamento, posições para o parto, primeiros cuidados, sobre gestação e parto, slingada, etc.) com direito a almoço e tudo!!! Dessa forma, fui conhecendo toda a equipe e criando um laço forte de carinho e amizade com cada uma delas! Cheguei a levar minha mãe e minha sogra para um dos cursos com objetivo de que elas conhecessem a Casa e ficassem mais tranqüilas!
Mesmo sendo atendida pela Casa Angela, continuei com as consultas com uma médica obstetra do meu convênio principalmente para os exames de rotina (sangue, ultrassom, strepto B, etc.). Em um destes exames feitos no hospital (o tal aminoscópio e cardiotoco), o tratamento foi frio e doloroso (não me informaram nada sobre o procedimento) e eu fui ingênua de dizer que faria meu parto na Casa de Parto natural… Foi então que a médica de plantão pronunciou um discurso terrorista contra as Casas de Parto. Saí dali muito triste, machucada e revoltada! Graças a Deus, meu marido me consolou muito e continuou apoiando minha decisão de ter o parto de forma natural na Casa Angela. Tivemos que nos cuidar dos comentários negativos e questionadores de familiares e amigos. Foi aí que percebi o tamanho do tabu que existe relacionado ao parto natural! Tive que orar e meditar muito para não esmorecer e encontrar meu equilíbrio! Lógico que já havíamos combinado que, caso surgisse alguma emergência, recorreríamos à medicina convencional.
Um dos encontros mais importantes do qual participamos na Casa Angela foi quando nos apresentaram a equipe nova e tiraram todas as dúvidas sobre o parto natural, informando as fases do trabalho de parto, etc. Foi ótimo para preparar nosso lado psicológico, principalmente de meu marido!
Foi então, no dia 07/11, uma segunda-feira, após uma consulta na Casa Angela em que foi registrado 4 contrações em 20 min no exame de carodiotoco, que comecei a sentir contrações mais fortes. A partir das 23h, elas aumentaram e fui pedindo auxílio por telefone. Às 5h chamei meu marido e fomos pra Casa Angela. Já estavam a nossa espera. Após o exame de toque, constatou-se que eu estava com 4 cm de dilatação.
O trabalho de parto foi progredindo, fui recebendo visitas da equipe que me passou muito carinho. Meu marido levou o violão e começamos a cantar músicas infantis como Aquarela do Toquinho, Fico assim sem vc e outras sobre o amor como Carinhoso, Como é grande meu amor por você, etc. Isso me ajudou muito a relaxar e diminuir as dores das contrações. Coloquei também velas aromáticas e muito icenso para ajudar a criar um clima mais tranqüilo . Assim que tomei um banho quente e almocei, o trabalho de deu uma pausa, as contrações ficaram com intervalos grandes… Comecei a andar pela casa e pelo quarteirão com minha mãe e meu marido para reativar as contrações. A partir das 17h, as contrações voltaram. A equipe do dia, mudou para a equipe da noite. Daí as dores foram piorando, recebi massagem, tomei outro banho quente com a bola, etc.
Nas duas horas finais (a partir das 21h), quase estava desistindo de tanta dor… Falava que eu não agüentava mais, mas elas, sempre serenas e equilibradas, me davam forças e elogiava minha postura, dizendo que estava tudo ótimo (pensava comigo que elas estavam loucas, pois eu só gemia de dor!!!). Faziam o mesmo para meu marido, que já estava desesperado vendo minha dor. Segundo ele, foi o olhar de firmeza e serenidade que acalmou o desespero dele. Acabei gritando com meu marido, mordi seu braço num momento de dor, comecei a pensar que o bebê não estava conseguindo descer, pois não sentia a força de expulsão, etc. Neste momento, orei a Deus e entreguei meu corpo a Ele, pois sentia que não tinha mais forças. Logo após, por volta das 23h, veio a força da expulsão.
A parteira até tentou me colocar no banquinho de parto, mas eu não conseguia me mexer, meu corpo travou na posição de joelhos com o corpo esticado, segurando o braço de minha mãe e uma das coxas dela. E foi nessa posição que o Samir nasceu às 23:18h. Assim que coroou a cabecinha dele, a saída do corpinho foi bem rápida! Ele nasceu com 3,320kg e 49cm!!!
Colocaram-no em meus braços logo em seguida! Que sensação mais divina que eu senti, apesar de estar meio anestesiada pela dor! Fiquei com ele em meu colo até o cordão umbilical parar de pulsar para o papai Adaud cortar! Depois comecei a sentir aquele frio imenso e consegui ir para cama para a saída da placenta. Foi minha mãe quem levou o Samir para meus familiares que estavam esperando na sala conhecerem ele.
Tive sorte de ter sido períneo íntegro e logo em seguida tomei um banho quente e fui dormir no outro quarto junto com meu marido e meu filhinho! Dormimos a noite inteira!!!
No dia seguinte, as meninas que me acompanharam durante o parto, deram toda a assistência pós-parto. Fizeram testes com o Samir e cuidaram de mim e do papai com muito carinho! Tive muita orientação para cuidar do Samir referente ao banho, amamentação, alimentação, etc. Toda a equipe foi nos ver e nos dar os parabéns!!! Foi muito gostoso!!! Tivemos alta às 20h. E adoramos tudo em especial achamos que a parteira foi nossa anjinha da guarda!!!
Bem, meu marido e eu só temos a agradecer à toda equipe da casa Angela por todo cuidado e assistência feitos com muito profissionalismo e carinho conosco!!! Torço e farei o que estiver ao meu alcance para que a Casa Angela tenha uma trajetória de sucesso e consiga todo apoio do governo e da sociedade para expandir suas atividades e ser um modelo de Casa de parto para o país!!!
Muito obrigada!!!!!!!
quarta-feira, 27 de junho de 2012
gemeos identicos
gemeos fraternos
gemeos fraternos
Gêmeos fraternos podem ser muito diferentes entre si.
O cordão umbilical e âmnio de cada um são desenvolvidos independentemente; mas estes podem possuir a mesma placenta, quando a implantação no útero se dá em regiões próximas.
Aproximadamente 70% dos gêmeos, em todo o mundo, são bivitelinos.
Curiosidades:
Como estes são o resultado da liberação de mais de um óvulo em um mesmo período menstrual, acredita-se que tal característica seja hereditária.
Uma vez que existe a possibilidade da mulher ovular, num mesmo ciclo menstrual, em momentos diferentes, não é nula a existência de gêmeos fraternos de pais diferentes. Tal caso é denominado superfecundação heteroparental e os frutos desta, gêmeos heteroparentais.
Graduada em Biologia
Equipe Brasil Escola
domingo, 24 de junho de 2012
Geovanna Antonela comemora 1 ano das gêmeas
terça-feira, 19 de junho de 2012
quarta-feira, 13 de junho de 2012
vacinação contra poliomelite começa neste sábado
Objetivo da campanha é vacinar 700 mil crianças de até cinco anos.
Mesmo quem já foi imunizado deve procurar os postos neste sábado.
governo ajuda gestantes que fazem sem faltas em pré-natal
Grávidas de Itapemirim recebem enxovais para seus bebês A Prefeitura de Itapemirim, através da Secretaria de Saúde, entregou na trade do dia 22 de maio, terça-feira, no auditório do CRAS – Centro de Referência de Assistência Social, mais de 40 kits bebês para as mamães do Município. |
O mimo foi entregue para 42 gestantes que completaram no mínimo sete exames pré-natais feitos pelo SUS ou particular. A Prefeita de Itapemirim, Norma Ayub Alves, fez questão de entregar pessoalmente os kits para as mães. “Estou aqui como administradora municipal e principalmente como mulher que se preocupa com o futuro de vocês e das suas crianças. Tratem bem de seus filhos com a responsabilidade de quem está colocando no mundo “pequenos” que precisam e merecem receber cuidados para se tornarem cidadãos do bem”, frisou a Chefe do Executivo. A tarde foi programada com muito carinho pela equipe da Secretaria de Saúde. Além da entrega dos enxovais, durante o encontro as mães participaram de uma palestra com Regina Cely Leal, Coordenadora de Marketing do Hospital Infantil Francisco de Assis de Cachoeiro de Itapemirim e a Drª Érica Moreira, fonoaudióloga do mesmo hospital. A palestra teve como tema principal orientar as mães, muitas delas “marinheiras de primeira viagem”, sobre a importância do teste da orelhinha. Também conhecido por Triagem Auditiva Neonatal, o teste é simples e essencial ao bebê. Obrigatório por lei, deve ser feito nos primeiros 3 meses de vida do neném. Geralmente o exame é realizado no berçário em sono natural, de preferência no 2º ou 3º dia após o nascimento. O exame consiste na colocação de um fone acoplado a um computador na orelha do bebê que emite sons de fraca intensidade e recolhe as respostas que ouvido da criança produz. “O exame logo ao nascer é imprescindível para todos os bebês, principalmente àqueles que nascem com algum tipo de problema auditivo. Estudos indicam que um neném que tenha um diagnóstico e intervenção fonoaudiológica até os seis meses de idade pode desenvolver linguagem muito próxima a de uma criança ouvinte”, comentou a Drª Érica. O grande problema é que a maioria dos diagnósticos de perda auditiva em crianças acontece muito tardiamente, com três ou quatro anos, quando o prejuízo no desenvolvimento emocional, cognitivo, social e de linguagem da criança está seriamente comprometido. “Recado para as mamães: o Teste da Orelhinha é realizado com o bebê dormindo, em sono natural, é indolor e não machuca, não precisa de picadas ou sangue do bebê, não tem contra indicações e dura em torno de 10 minutos”, ressaltou a Regina Cely. Após a palestra e a entrega dos Kits a confraternização ficou por conta de um delicioso café da manhã. Pela Secretaria de Saúde, está foi a primeira entrega dos kits, mas desde março deste ano a Secretaria de Assistência e Defesa Social passou a oferecer o auxílio-natalidade para as mães do Município que possuem renda familiar de até um salário mínimo, que estejam frequentando o acompanhamento pré-natal e com gestação a partir do 6º mês. Inicialmente, está assistência consiste na doação de enxoval para os recém-nascidos. É importante saber que o projeto da Secretaria de Saúde com a entrega dos kits continua, as próximas mães que atenderem os pré requisitos também receberão os Kits. Fonte: Redação Maratimba.com |
| Por: Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Itapemirim | Imprimir |
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