quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Mulher dá à luz sem saber que estava grávida em SP
21 de junho de 2007 14h16 atualizado em 22 de junho de 2007 às 19h46

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A desempregada Cláudia Fernanda Maranhão Silva, 27 anos, que não imaginava que estava grávida, segura sua filha na cama da Maternidade do Complexo .... Foto: Marcio Adalto/Especial para Terra

Cláudia Fernanda Maranhão Silva, 27 anos, teria feito exames. O resultado teria sido negativo
Foto: Marcio Adalto/Especial para Terra

A desempregada Cláudia Fernanda Maranhão Silva, 27 anos, que não imaginava que estava grávida, deu à luz uma menina no banheiro de casa na manhã de ontem em Ribeirão Preto, a 314 km de São Paulo. Há uma semana, ela teria ido a um posto de saúde próximo de sua casa para fazer exames. Segundo a mulher, o teste de gravidez teria dado resultado negativo.

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» Secretário admite falha em atendimento
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Assim que a menina de 3,255 kg e 48 cm nasceu, o marido de Cláudia, Moisés Isaias Venâncio, 24 anos, ligou para o hospital. "Eu estava deitado e de repente a Cláudia chegou e me disse que o bebê havia nascido. Levei um susto quando olhei para trás e a vi com a menina no colo. Eu não sabia que minha mulher estava grávida", disse com surpresa.

As duas ainda estão internadas na Maternidade do Complexo Aeroporto (Mater) em estado de observação. De acordo com o hospital, o recém-nascido deu entrada ainda com o cordão umbilical preso à mãe. Cláudia disse que o parto ocorreu sem dor e ambas passam bem. Mãe e filha devem ter alta médica ainda nesta quinta-feira.

O pai, surpreso, quer dar um nome famoso para a menininha: Carolina Ferraz. "É um nome bonito. Ela se parece com a atriz de novela. Vai pegar bem", disse Moisés. Cláudia tem outros três filhos: um menino de 8 anos e duas meninas - de 6 e 4 anos de idade.

O serviço de assistência social da Mater, uma entidade filantrópica mantida pela Fundação Maternidade Sinhá Junqueira e com atendimento de pacientes 100% pelo Sistema Único de Saúde (SUS), doou o enxoval à mãe e ao bebê. O marido de Cláudia é pedreiro. Por cada um dos três filhos, Cláudia recebe R$ 95 mensais do Programa Bolsa Família.

O secretário de Saúde de Ribeirão Preto, Osvaldo Cruz Franco, confirma que Cláudia passou sete vezes pelo posto de saúde durante a gestação, porém só foi avaliada duas vezes pelo clínico geral. Todas as vezes, a mãe não teria mencionado a suspeita de gravidez, só queixava-se de inchaço e do problema de pressão. O marido

NÃO SABIA QUE ESTAVA GRÁVIDA

NÃO SABIA QUE ESTAVA GRÁVIDA

Não sabia que estava grávida (DCL)

Todas as segundas, às 23:30, e domingos, às 22:00 horas.

É possível uma mulher descobrir que está grávida apenas no momento do trabalho de parto? O especialNÃO SABIA QUE ESTAVA GRÁVIDA mostra casos impressionantes provando que isso pode ser factível.

NÃO SABIA QUE ESTAVA GRÁVIDA conta, por meio de depoimentos de médicos e das próprias mulheres que ficaram alheias à gravidez por nove meses, como os sintomas da gestação podem passar despercebidos. O especial traz perfis destas mulheres e mostra as suas histórias de vida.

Médicos especialistas também contribuem ponderando sintomas e circunstâncias das gestações relatadas e, desta forma, revelam algumas explicações para o mistério. Saiba como uma gravidez sem acompanhamento algum e cuidados especiais pode terminar no nascimento de crianças totalmente inesperadas, entretanto, completamente sadias. Exemplos destes fenômenos são os casos de Jennifer West e Jessica Kosiuszko, relatados em NÃO SABIA QUE ESTAVA GRÁVIDA:

Jennifer West teve uma infecção na garganta diagnosticada em setembro de 2004 e começou a tomar antibióticos. Ninguém a informou que o efeito dos anticoncepcionais poderia ser prejudicado com o uso concomitante dos medicamentos - Jennifer engravidou após três semanas do início do tratamento. Em 4 de julho do ano seguinte, Jennifer começou a sentir dores nas costas e fortes espasmos no ventre que iam ficando cada vez piores. Pensando tratar-se de uma seqüela repentina de um fibroma que havia tido há anos, foi levada por seu marido ao pronto socorro onde foi revelado o inesperado diagnóstico – Jennifer estava prestes a dar à luz uma criança.

Acumulando funções em dois diferentes trabalhos, o planejamento de seu casamento, o luto após a morte de sua avó, anos de pílulas anticoncepcionais, Jessica Kosciuszko ficou aliviada quando fez um teste de gravidez com resultado negativo. Por precaução suspendeu o uso da pílula. Não sentiu náuseas nem aumentou de peso embora estivesse se sentindo um tanto mais tensa do que “o normal”, o que ela mesma justificava pelo período agitado que estava vivendo. Oito meses depois, foi à igreja com seu noivo e, ao voltar para casa, foi surpreendida por uma intensa dor abdominal. Ao chegar ao pronto socorro o casal recebe a notícia – seriam pais

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Books para gestantes dicas

Dicas, Gravidez, Maternidade 04/02/11 Josi

Books para gestantes dicas

Dificilmente quem não concorde, mas não existe nada mais lindo que uma mulher grávida. A gestação é um dos momentos mais marcantes e bonitos na vida das mulheres, principalmente para aquelas que sempre sonharam em serem mães, nada mais sublime que o dom de gerar uma vida, uma criança.
Nossa vida é compostos por momentos, muitas vezes especiais e únicos, então porque não eternizá-los registrando cada um desses acontecimentos, como ocasamento, uma viagem e claro, a gravidez. Pensando nisso confira aqui algumas dicas dadas por profissionais de como montar um book, com lindas fotos da sua gravidez.
Muitas mamães, felizes e realizadas começam a registrar a gravidez desde as primeiras semanas, acompanhando o crescimento do bebê em sua barriga mês a mês, porém para um ensaio fotográfico o ideal é fazer fotos pelo sétimo mês de gestação, pois nesse período a barriga já está bastante grande e redondinha, sem o inchaço comum que acompanha as mamães no final da gestação. Além disso, nesse período ainda é possível as futuras mamães deitarem-se e sentarem-se de pernas cruzadas, variando nas poses.
É interessante para compor as fotos utilizar sapatinhos e bichinhos de pelúcia, use desses objetos de forma criativa, em vez de colocá-los próximos a barriga, coloque-os em outros lugares mais inusitados, pense que aquele sapatinho, tão pequenino, futuramente servirá em um ser humano, esses pequenos detalhes certamente mostrarão a importância deles em nossa vida.
Ao fazer ensaio fotográfico de gestantes, profissionais optam por lugares em que há luz e beleza natural, sem ser um estúdio fotográfico, pois são pessoas comuns e não modelos profissionais. Um ensaio feito à base de poses fica sem vida, com sorrisos forçados, pois geralmente dentro de estúdios fechados o casal não consegue relaxar muito, por isso caso não seja um profissional a fazer as fotos opte por lugares abertos como parques, por exemplo, sempre apostando em cliques espontâneos e naturais.
A gestação é um momento mágico e que deve ser compartilhado por todos os membros da família, por isso inclua sempre o pai e filhos nas fotos, mas não só para darem beijinhos na barriga ou segurarem os sapatinhos, pais e filhos, caso não seja sua primeira gestação devem ser registrados com importância, não discretamente como sempre acontece, devem aparecer nas fotos registrando a alegria da FAMÍLIA com a chegada do novo bebê.
Uma mulher grávida pode ser destacada com uma luz mais intensa e forte ou registrada em toda sua delicadeza através de uma luz mais clara e suave, por isso use e abuse dos vários tipos de luz difusas ou duras, vindo de todas as direções.
Para fotografar, os melhores horários estão entre 07h00min até 10h30min ou das 15h00min até o por do sol, por ser horários agradáveis e que trazem opções de variar com a luz.
Ensaio feito por profissionais duram em média uma hora e o preço varia de acordo com o serviço contratado, geralmente custa em média R$250,00 incluindo, 50 fotos gravadas em um cd, além da escolha de cinco fotos para revelação em tamanho 20 por 25, geralmente leva três dias úteis para ser entregue o cd e caso deseje um álbum personalizado a entrega pode ocorrer em até dez dias úteis, porém tanto preço quanto serviço oferecido, pode variar de acordo com cada profissional
Por último, a dica final para seu book está em entender que gestante não é só barriga, é muito comum encontrarmos fotos só da barriga ou da mamãe segurando a barriga, portanto procure evidenciar outras partes do corpo como o rosto, mostrando a alegria da mamãe, detalhes, mão, é importante registrar nas fotos o AMOR que está ali nascendo entre todos para com o bebê.
Entenda que registrar esse momento da gravidez não é só fotografar a barriga, é mostrar que naquele momento há uma futura mamãe e uma família feliz na expectativa da chegada do “filhote”. Por isso esqueça temporariamente a barriga e retrate o AMOR, isso é o que realmente importa e faz a total diferença nos books de foto.

Mais informações por email

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

sábado, 25 de dezembro de 2010





vejam este videos .no japão é bem diferente a família assiste o parto tanto os pais como os filhos eles criam um ambiente familiar pra gestante e tambem pra família das mesmas gostei achei interessante,dê sua opnião obrigado!!!!

PARTO HUMANIZADO

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

MULHER DA LUZ NA BANHEIRA SOZINHA!!!! LINDO ESTE PARTO

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

parto em casa

domingo, 19 de dezembro de 2010

PPassíone: Diana morre de Help Síndrome. Voce sabe o que é isso?assíone: Diana morre de Help Síndrome. Voce sabe o que é isso?

Clique na imagem para ampliar
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sábado, 18 de dezembro de 2010

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Caroline Celico

Kaká e Caroline Celico, grávida do segundo filho, vão passar festas na Espanha

'Não dá tempo (de ir a São Paulo) por causa dos treinos', disse ela à coluna.

Do EGO, em São Paulo

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Ampliar FotoOrlando Oliveira  /Ag. News

Kaká com a mulher Caroline Celico

Kaká e Caroline Celico, que anunciaram ontem a gravidez do segundo filho, contou à coluna de Mônica Bergamo, na "Folha", que não pretende sair da Espanha, onde joga o brasileiro, para passar as festas de fim de ano em São Paulo.

"Não dá tempo por causa dos treinos", disse Caroline à coluna. O Real Madrid, time do craque, tem jogo no dia 2 de janeiro.

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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

barriga de aluguel

Vende-se Uma Barriga



+ Se preferir, assista na íntegra em vídeo

Uma barriga e duas mulheres. O sonho da maternidade a qualquer preço. Uma gestação sem laços afetivos. A vida como um negócio. Mulheres que fazem do corpo um comércio de seres humanos. A investigação do Conexão Repórter dura meses. Até chegar a inquietantes revelações. Como é feito o acerto entre mães de aluguel e aquelas que não podem gerar vidas? Casais desesperados cujos sonhos ultrapassam os limites da lei. Mulheres que fazem do útero uma fonte de renda. Os anúncios proliferam na internet. As ofertas são inúmeras. Tanto de quem está alugando a barriga, como quem está procurando uma.

Ligamos para uma dessas mulheres que resolveram fazer da gestação um negócio rentável. A conversa é rápida. Marcamos um encontro. Pegamos a estrada para Campinas, no interior de São Paulo.O primeiro contato é do lado de fora do shopping. Seguimos para a praça de alimentação. Estamos na hora do almoço, a circulação de pessoas é grande. O casal prefere o local para não chamar a atenção. Nossa produtora usa um nome fictício . Ela diz que é casada e está interessada em alugar uma barriga. Mônica e Rodrigo são casados há sete anos e tem dois filhos. Desempregado, o marido pretende abrir um negócio com o dinheiro da barriga de aluguel. Faz nove meses que colocaram anúncios na internet. Nossa produtora dá uma desculpa providencial e sugere um novo encontro. O casal destaca: o pagamento pode ser feito em duas parcelas. O destino de um bebê ditado pelas regras de um mercado clandestino e criminoso. Pequenos seres humanos, muitas vezes negociáveis antes mesmo de nascer. Um mercado que só se prolifera.

De volta a São Paulo, entramos em contato com mais uma candidata a mãe de aluguel. A mulher não se importa em gerar a criança e depois entregar a um desconhecido. Viajamos até Belo Horizonte para conhecer a mãe de aluguel.Nosso produtor se passa por um homem casado, interessado em alugar uma barriga. Minutos depois chega a mãe de aluguel. Daniele, vinte e nove anos, mãe solteira de um menino de sete. Ela é estudante de direito e quer o dinheiro para concluir os estudos.A conversa é descontraída, ela sabe bem o que quer. Daniele trata do assunto enquanto saboreia seu lanche da tarde. Agora, Daniele deixa claro que sua gestação não terá laço afetivo com a criança. Deixamos o local com a promessa de um novo encontro nos próximos dias.

O Conexão Repórter vai à Noruega conhecer o dia a dia destes dois homens. Um casal de homossexuais que recorreu à prática para realizar o sonho da paternidade. Eles têm 35 anos e há quatro decidiram recorrer a barriga de aluguel para realizarem o sonho de ter um bebê. Vieram dois. Como na Noruega a barriga de aluguel é ilegal, eles alugaram o útero de uma americana, com a ajuda de uma agência de doação de óvulos da Califórnia, estado em que a prática é permitida. Queriam gêmeos. E por que escolher a barriga de aluguel e não a adoção?

A prática de barriga de aluguel é permitida na Índia desde 2002. Além da legalidade, o baixo custo leva casais do mundo todo a procurar mães de substituição no país. Enquanto uma americana gasta com a barriga de aluguel 200 mil dólares, na Índia não passa de 10 mil. Na Índia, eles são conhecidos como os bebês milagrosos. Mães como Ophina, de 26 anos, que gerou e deu a luz a gêmeos para Christine, uma mulher estéril de Vancouver, no Canadá. Ophina alugou seu útero por 7.500 dólares. Uma quantia superior ao salário mínimo de um trabalhador médio por dez anos na Índia. Com o dinheiro, ela pode realizar o sonho de comprar uma casa. Ophina é uma das 50 mães substitutas da clínica de infertilidade em Anand, Gujarat. No total, a indústria da barriga de aluguel movimenta meio bilhão de dólares por ano. Christine, a mãe biológica dos gêmeos que Ophina gerou, tentou a fecundação in vitro em seu próprio útero por três vezes. Todas sem sucesso. A Índia era sua última esperança já que a barriga de aluguel é ilegal no Canadá.

A doutora Nayna Patel abriu uma clínica há cinco anos. Só aceita mães substitutas que já tenham seus próprios filhos. E limita a cada uma, três tentativas. Muitas mães substitutas admitem que o momento mais difícil é entregar o bebê depois de dar a luz. A única recordação que Ophina terá dos gêmeos, que ela gestou durante nove meses, serão estes medalhões. Os famosos também recorrem a barriga de aluguel.

Seguimos para Americana, no interior de São Paulo onde Suzy mora. Nossos produtores se passam por marido e mulher em busca de uma mãe substituta. Suzy e o marido Fernando tem um casal de filhos. Um rapaz de 20 anos e uma menina de 12. Ela já alugou seu útero por 25 mil reais. Agora, está pedindo bem mais: 150 mil. Jaqueline tem 29 anos. Tem uma filha de 9 anos e um filho de dois. Quer alugar a barriga para comprar uma casa. Ela pede 100 mil reais. Jaqueline realmente está disposta a alugar a barriga. Mais uma vez, sem saber que estava sendo gravada, foi com nossos produtores até uma clínica de reprodução humana. Ela se dispôs a realizar todos os exames necessários para que a hipotética fertilização fosse satisfatória. Mas, obviamente, que a nossa suposta negociação acaba aqui.

O Brasil não possui uma legislação específica para a prática de barriga de aluguel. Hoje, o procedimento só é permitido entre parentes. E não pode haver interesse financeiro entre as pessoas envolvidas. Em muitos casos, quem recorre ao serviço de forma ilegal, pode ser enquadrado na lei de transplantes que proíbe a compra e venda de tecidos, órgãos ou partes do corpo humano. Um crime que prevê até oito anos de prisão, mas até hoje ninguém foi preso no Brasil por negociar o útero.