segunda-feira, 10 de março de 2014

cuidado com baratas francesinhas e seu bebe,elas mordem

domingo, 9 de março de 2014

Qual é a idade certa para o bebê começar a andar? Especialista responde

Qual é a idade certa para o bebê começar a andar? Especialista responde

Quinta-feira, 04 de Outubro de 2012
A fisioterapeuta pediátrica Dra. Fernanda Davi responde à questão e esclarece demais dúvidas
Qual é a idade certa para o bebê começar a andar? Especialista respondeStock.XCHNG
Você que é mãe, pai ou responsável por alguma criança já deve ter feito essa pergunta: com quantos anos uma criança deve começar a andar? Mas antes se preocupar com possíveisatrasos no desenvolvimento motor de seu filho ou comparar a evolução dele com o de outros bebês, saiba que existe um intervalo considerado “normal” cujo especialistas procuram sempre alertar. “A criança pode começar a andar entre 10 meses e um ano e dois meses de idade. Isso não quer dizer que o primeiro seja mais esperto ou evoluído e o segundo sofra de algum atraso”, explica a fisioterapeuta pediátrica Dra. Fernanda Davi.
Nesta conversa com o DaquiDali, a especialista diz que avelocidade com que cada bebê inicia o processo de deslocamento não pode ser confundida com inteligência. “No primeiro ano de vida, do ponto de vista motor, a criança desenvolve tudo que será necessário para a vida adulta como sentar, andar, comer sozinho, agachar, subir e descer escadas, tomar líquidos fora da mamadeira ou correr. E tudo isso acontece naturalmente. Os pais não podem se deixar tomar pela ansiedade e estimular até estressar”.
Sinais motores
É importante que o adulto fique sempre atento à evolução dos movimentos dos pequenos. Se a criança senta mais tarde do que o esperado (em torno dos seis, sete meses), começa a engatinhar com um ano de vida e não gosta de ficar em pé por volta dos 10 meses, é sinal que ela pode, sim, estar com  um atraso, diz a fisioterapeuta. “São características que devem ser observadas. Além do que, se ela tiver uma lesão específica, por exemplo, uma musculatura mais rígida ou mais mole, também é sinal de que há algum comprometimento, um atraso motor”, ela diz.
Crianças prematuras
Diferentemente dos bebês que nascem de nove meses, os prematuros quase sempre andam mais tarde. “Nós sabemos que uma gestação dura em média cerca de 38 semanas. Aquela que nasce de 30, por exemplo, tem então uma diferença de oito semanas, isso seria mais ou menos dois meses. Se a gente espera que ela ande em até um ano e dois meses, esse bebê que nasceu antes vai andar em até um ano e quatro meses”, explica a fisioterapeuta.Crianças de baixo peso pode também apresentar certa demora no processo de locomoção e isso deve ser investigado, alerta Fernanda. “Talvez a mãe não tenha nutrido o filho adequadamente, causando então uma sequela neurológica”, acrescenta.   

Nada de afobação
É comum também pais forçarem para que seus filhos pulem etapas. “A criança precisa aprender primeiro a sustentar a cabeça e o tronco, depois então ela consegue sentar. Ao adquirir força tanto nos braços como nas perninhas, ela se sente capaz de “minhocar” e depois engatinhar. Aos poucos, mais segura, ela fica em pé, dá uns passos e anda. Se os pais procuram antecipar esse momento, seja através do andador, seja por meio de estímulos verbais e físicos, ela pode até vir a andar antes. Mas tanto a musculatura como a sua estrutura emocional podem não estar ainda tão maduras. Sendo assim, algumas quedas e tombos poderão deixá-la insegura para futuras explorações. É extremamente importante respeitar a faixa etária da criança sem se preocupar se está cedo ou tarde para ela andar, afinal crescer e se desenvolver tem que ser um processo extremamente natural”, alerta Fernanda.

Dicas de estímulos
Do zero aos quatro meses
O processo de estímulo na criança pode acontecer assim que ela sai da maternidade, com brinquedos coloridos e sonoros, afirma a fisioterapeuta. “Os pais podem colocar a criança de barriga para baixo para elas começarem a ter o controle da cabeça. Isso é primordial no desenvolvimento”, diz a médica. O sentar e o andar só são possíveis se o bebê tiver total controle do pescoço, explica Fernanda. “E isso sempre no limite da criança, com movimentos cautelosos”, ela acrescenta.
Dos cinco aos 10 meses
A partir dos cinco, seis meses, já é possível deixar a criança mais sentada. Essa aquisição motora tem que estar boa até por volta dos sete, oito meses, explica. “Porque é quando os pais podem começar a estimular o engatinhar. E é a partir daí que se pode colocar os brinquedos mais distantes para ela buscar”.
Completados os 10 meses, a especialista afirma que os pais já podem começar a deixar a criança em pé, sempre apoiada em um sofá, uma parede, por exemplo. Ela chama essa fase de “andar lateral”. Sentindo que o bebê está seguro desses pequenos passos, o adulto pode então investir em uma caminhada em que ele segura as duas mãos da criança, e depois com uma mão só. “Até que ela comece a ter segurança e livre o apoio e comece a andar sozinha”.
Aurora Aguiar

peruana que engravidou aos 4 anos de idade

uma peruana que engravidou aos 4 anos de idade

É Lina Medina, uma peruana que engravidou aos 4 anos de idade e teve seu primeiro filho aos 5, em 1939.
Lina Medina ainda grávida. Á esquerda, já com seu filho Gerardo e o médico homónimo.
Quando Tiburcio Medina percebeu o tamanho anormal da barriga de sua pequena filha, pensou que ela estava possuída pela cobra Apu, que segundo algumas crenças locais, invade a pessoa e vai crescendo em seu corpo até o seu hospedeiro morrer.
A menina foi mesmo invadida, mas não por esse tipo de cobra.
Depois de consultar os xamãs da região, a menina foi levada ao Hospital de Pisco, agora sob suspeita de um tumor abdominal.
A menina foi atendida pelo Dr. Gerardo Lozada, que custou a acreditar no diagnóstico que ele mesmo deu: a menina de 5 anos estava no sétimo mês de gestação.
O caso parecia (e é) tão absurdo, que o Dr. preferiu levar a menina até a capital do país, Lima, para que outros especialistas confirmassem a gravidez antes da cirurgia.
A cesariana aconteceu no dia 14 de maio de 1939, dia das mães no Peru. Lina Medina deu a luz a um menino de 2,7 kg que recebeu o nome de Gerardo, em homenagem ao Dr. que fez o parto.
Enfermeira entrega o filho a Lina Medina um dia após o parto.
Mas como é possível?
Desequilíbrio hormonal. Lina menstruou pela primeira vez aos 8 meses de idade, seus seios começaram a se desenvolver aos 4 anos “e aos 5, ela demonstrava alargamento pélvico e maturação óssea avançada”, diz o Dr. Edmundo Escormel, que escreveu sobre o caso no La Pesse Medicale. A equipe médica que atuou em sua cesariana pôde observar que apesar da idade, a menina tinha seu aparelho reprodutor totalmente maduro. Um caso extremamente raro de puberdade precoce.
Com base em biópsias, radiografias do esqueleto fetal enquanto ainda no útero e inúmeras provas fotográficas da época, a comunidade médica internacional aceita o caso dela como autêntico. Organizações como o Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas também dão à história o seu selo de aprovação.
E quem é o pai do filho dela?
Até hoje não se sabe, já que Lina sempre se recusou a falar sobre o assunto. Seu pai chegou a ser preso acusado de incesto, mas foi liberado após alguns dias por falta de provas. Outro suspeito seria um irmão de Lina, que era deficiente mental.
O que aconteceu com o bebê?
Mesmo sendo mãe, Lina queria agir como qualquer menina de sua idade e preferia brincar ao cuidar do seu filho.
Gerardo foi criado por uma de suas tias e passou a infância acreditando ser irmão de sua mãe biológica. O garoto só descobriu a verdade quando tinha 10 anos, depois de ser ridicularizado na escola. Ele morreu aos 40 anos, vítima de uma doença na medula óssea que não tem relação alguma com o seu nascimento de uma mãe tão jovem.
E como ela está hoje?
Mesmo o seu caso sendo motivo de estudos medicinais no mundo todo, ela não recebe qualquer tipo de assistência do governo. Vários veículos de comunicação ao redor do mundo já lhe ofereceram dinheiro para ela revelar a identidade do pai do seu primeiro filho, mas ela recusa. Se casou com Raúl Jurado em 1972, com quem teve, no mesmo ano, um segundo filho. Lina Medina vive até hoje no Peru, em um dos bairros mais violentos e pobres do país, conhecido como “Paraíso dos Ladrões”.
Como sempre fugiu da imprensa e dos fotógrafos, a foto mais recente que se tem conhecimento é esta:

Lina Medina aos 32 anos, enquanto saia do escritório do Dr. Gerardo Lozada, de quem se tornou secretária.

domingo, 2 de março de 2014

Vídeos de partos normais

A DOR ALÉM DO PARTO – VOCÊ PRECISA ASSISTIR!

28 de novembro de 2013
Novo documentário produzido por Letícia Campos Guedes, Amanda Rizério, Nathália Machado Couto e Raísa Cruz, como trabalho de conclusão de curso de Direito da PUC de Brasília.
Vale ressaltar que a prática de Violência Obstétrica consiste não apenas de atos de violência física e/ou moral, mas também do abuso de intervenções rotineiras, e não necessárias, como EPISIOTOMIAS de rotina, INDUÇÃO com OCITOCINA de rotina (e não em casos específicos), proibição da presença do ACOMPANHANTE, parto em posição SUPINA (ginecológica), pressão fúndica uterina (KRISTELLER), fórcipe sem indicação precisa, CESARIANA desnecessária, SEPARAÇÃO da mãe/bebê logo após o parto…
E o termo VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA também se aplica a anestesiologistas que agridem parturientes (empurrar na maca e debochar da necessidade de anestesia são um exemplos típicos), pediatras que adortam condutas ultrapassadas durante a recepção dos recém-nascidos, como ASPIRAÇÃO de vias aéreas de RN saudáveis, enfermeiros e obstetrizes que replicam práticas médicas obsoletas, staff hospitalar que não respeita privacidade e não garante dignidade à mulher em trabalho de parto.
O documentário é mais um chute no estômago da nossa sociedade intervencionista e cesarista.
(Texto escrito pela Dra Carla Andreucci Polido)

VÍDEO DO PARTO DA ELISA E ALEXANDRE – NASCIMENTO ANDRÉ – PARTO DOMICILIAR

12 de maio de 2013

Para saber mais sobre fotografia de parto e como ter um vídeo como esses, acesse:

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

alimentando seu bebe


Amamentando1Como você determina a quantidade de comida que seu bebê está recebendo?
No caso, de estar dando mamadeira, você tem leituras na escala de dez mililitros. Mas, se estiver amamentando, como saber quanto de leite sai de seu peito a cada mamada? A taxa de crescimento de seu filho é o melhor parâmetro para determinar quanto alimento ele está recebendo. Neste caso o pediatra pode ajudar muito. Se seu bebê estiver crescendo numa taxa razoável, é seguro presumir que está recebendo leite suficiente. Mas não se guie por aquelas tabelas de peso e altura do consultório do pediatra te confundirem. Lembre-se de que elas são exatamente isso – tabelas que representam a média dos bebês. Cada bebê é diferente. Se o peso, a altura e a circunferência da cabeça de seu filho estiverem se desenvolvendo normalmente e seguindo uma curva tradicional, ainda que ele seja menor ou maior que os bebês médios da tabela, você não tem que se afligir. Toda e qualquer preocupação , converse imediatamente com o pediatra, que, então, poderá abordar seu caso de maneira específica.
Um recém-nascido deve se alimentar em média, de seis a dez vezes por dia, o que significa intervalos de duas a quatro horas. Menos de seis vezes por dia e seu filho corre o risco de ficar desidratado. Acima de dez vezes por dia, seus mamilos podem começar a se parecer com chupetas mastigadas! Existem opiniões diferentes quanto à criança mamar pelo tempo que quiser. Fique de olho na necessidade de seu pequenino. Seu corpo só pode produzir determinada quantidade. Depois das duas primeiras semanas, um bebê consegue obter 90% do leite nos primeiros cinco minutos de amamentação (por peito). Se você se sentir dolorida, pode usar um dedo ou uma chupeta para satisfazer a necessidade que seu filho tem de mamicar (sugar).
Uma maneira ligeiramente prática de certificar-se de que seu bebê está recebendo comida suficiente, é ficar de olho nas fraldas. Deve haver de quatro a seis fraldas molhadas por dia e, depois de cerca de duas semanas de idade, três sujas por dia. Tudo isso se baseia em médias, é claro. Se você estiver realmente preocupada, ou se o seu bebê não parece estar nem perto desses números, converse com o pediatra.
Sobre alimentação, a pergunta que provavelmente escutamos com mais frequência nos primeiros dias é se acredito que os bebê deva ser alimentados quando requerido. Acreditamos que você deve alimentá-lo quando ele tiver fome. Você ouvirá muitos conselhos de outros sobre a “maneira correta” de fazer isso, mas tenha em mente o seguinte: cada um difere do outro. Somos todos diferentes, não é? É claro que sim! Portanto, por que esperar que todos os bebês sejam iguais? Ainda que você tenha três bebês, provavelmente terá três diferentes preferências alimentares. Seu filho é uma criação singular; não há ninguém como ele em toda a terra!
A melhor maneira de estabelecer uma “agenda” é começar a alimentá-lo sempre que ele tiver fome. Você logo vai perceber que a natureza dele determina a que horas do dia ele quer comer.
Para algumas mães, pode ser bem difícil aceitar essa agenda livre. Mas, os bebês têm uma maneira própria de anunciar seus desejos! Assim que você entender o ritmo natural dele, você e seu filho podem se acostumar a determinada rotina.
Se tiver dúvidas, consulte o pediatra. Desconfie de qualquer sistema rígido que diga “É assim que deve ser feito”. Como e quando você o alimenta não vai determinar se ele será uma criança mimada, uma criança mal-humorada ou teimosa. Todas essas preocupações são válidas, mas não têm nada a ver com alimentação infantil.
Até o próximo post.
Bjos!!!
Assinatura monica

Quais são os perigos de uma gravidez na adolescência? Elas têm mais chance de ter um parto prematuro?

A seguir, explicações para entender o que acontece quando o corpo de uma garota de 10 a 19 anos, que ainda está em desenvolvimento, recebe a tarefa de gerar uma criança.
“A gravidez na adolescência gera impacto físico, emocional, familiar e social. Do ponto de vista médico, existe maior chance de parto prematuro, além de baixo peso ao nascer. Comparada a uma adulta, a adolescente tem maior incidência de anemia e infecção urinária ao longo da gestação”, alerta o obstetra. Além desses, essas meninas podem ter problemas relacionados à pressão arterial, complicações no parto, como lesões no canal do parto e hemorragias, o bebê pode ter sofrimento fetal e elas costumam ter ainda dificuldade para amamentar e maior incidência de infecções, especialmente no endométrio.
A dificuldade está em conseguir o comprometimento das pacientes: “São mulheres ainda meninas. É difícil que assumam o compromisso de fazer o pré-natal direitinho. A maioria não tem responsabilidade. Pedimos exames e elas não fazem, tentamos controlar a alimentação e elas engordam muito além do planejado, faltam às consultas. Além disso, outro problema grave é quanto à imaturidade do corpo, que ainda não está pronto – o fato de a menina menstruar não significa que o corpo esteja preparado para uma gravidez. Existem órgãos que ainda estão em desenvolvimento, como o útero. Uma das consequências dessa imaturidade é que o parto normalmente precisa ser cesariano porque os ossos são muito estreitos”.
“A gravidez na adolescência deve ser considerada uma gravidez de risco. Deve ser atendida por uma equipe multidisciplinar, composta de obstetra, psicóloga, assistente social e outras especialidades quando se faz necessário”, indica a ginecologista.
Se você é adolescente e não engravidou, espero que essa matéria te ajude a tomar a decisão certa, na hora certa!
Mas para vocês meninas que se encaixaram nesta matéria e estão passando por essa situação, sejam bem vindas ao Projeto t-Amar, onde receberão orientações para cuidar de sua saúde e de seu bebê!

ritmo do sono do bebe

BebêCada criança é de um jeito em seu sono diário. Desenvolva uma rotina baseada na necessidade de seu bebê e, tente mantê-la. Você deve adaptar sua agenda à de seu filho se quiser regularidade. Em outras palavras, se ele costuma dormir às 18:00h, não o leve para um curso que começa às 17:30 h, nem saia para ir ao shopping depois das 17:00h. Planeje seu dia em função da agenda de sono do bebê e vocês dois serão muito mais felizes, porque logo se encaixarão num ritmo desejado.
Muitas mães se estressam  por seus filhos se mostrarem muito agitados em determinadas horas do dia. Acostume-se a isso e aprenda a lidar com a situação!
A frustração acontece, quando a mamãe não dedicou tempo suficiente para conhecer o ritmo natural de seu filho e tentou fazer o bebê se adaptar à agenda dela. Não é porque você consegue acordar às 6 horas para se arrumar e sair para o trabalho que seu filho vai conseguir se adaptar ao seu horário.
Quando passa do horário de sono dele e, não está em seu lugar de costume para dormir,  você poderá se frustrar por seu bebê ficar tão agitado e chorão. É claro que ele está irrequieto: está cansado e já passou sua hora de dormir!
A boa notícia é que a rotina do sono muda rapidamente. Os primeiros dez dias serão muito diferentes dos primeiros dez meses, e, na verdade, as rotinas não vão parar de mudar até que seu filho abandone as sonecas.
Normalmente aos 2 meses, seu filho será fisicamente incapaz de dormir a noite inteira sem precisar ser alimentado. Aos 3 ou 4 meses, a maioria dos bebês (mas certamente não todos) se alimenta apenas uma vez durante a noite ou chega a dormir a noite inteira. Nesse período, você pode ser um pouco mais ousada em relação a deixa-lo chorar. É sua função ajuda-lo a distinguir uma soneca diurna do sono normal, de modo que ele possa começar a ter uma ideia do que está acontecendo. Pra isso, crie um ritual para a hora de dormir – dê um banho, cante uma música especial, escureça o quarto, dê ao bebê um cobertor ou um brinquedo especial. Faça algo que possa indicar que esse sono é diferente de uma soneca comum – e mantenha essa rotina, mas não se esqueça de mantê-la viável com relação aos horários.
Lembre-se: você é a mãe. É você quem está no controle. Se o bebê começar a dormir mais durante o dia do que à noite, é sua função fazê-lo inverter isso. Acorde-o de sua soneca após o almoço, brinque com ele antes de colocá-lo na cama, de modo que esteja mais cansado e pronto para dormir a noite toda, e dê um pouco mais de alimento.
Pode ser que você tenha de ajudar seu bebê a encontrar um ritmo de sono, que seja bom para ambos. Não esqueça que o bom sono para seu filho irá contribuir para a saúde dele!
Estaremos falando mais no próximo artigo!
Bjos!!!
Assinatura monica

Você não prejudica a psique de seu filho ao deixá-lo chorar


ChoroVocê não prejudica a psique de seu filho ao deixá-lo chorar. O fato é que os bebês precisam chorar. É fisicamente saudável para eles.
Quando se trata de uma criança bem nova,  o melhor é  reagir imediatamente ao choro. Quando o bebê chegar aos 3 meses, porém, será preciso se conter um pouco.
Ao lidar com choro de seu filho, você precisa encontrar o equilíbrio. Por um lado, ele ainda não tem limites, podendo assim, amarrá-la em volta de seu dedinho se você deixar. Mas, por outro lado, ele depende completamente de você e tem dificuldades para fazer que você saiba do que ele precisa.
Se toda vez que ele chora, você corre para confortá-lo, pode ser que esteja exagerando. Se você estiver sempre pairando sobre seu filho, reagindo a tudo o que ele fizer, estará ensinando a ele que a melhor maneira de obter atenção é ficando agitado.
Às vezes, quando o bebê é colocado para dormir, ele chora, e isso é bom. Deixe-o chorar. Bebês saudáveis, na maioria, param de chorar logo nos primeiros dias, se você não o mimar.
Se o bebê for um pouco maior – digamos de 5 ou 6 meses – e estiver chorando, verifique a fralda, considere quando ele fez a última refeição, pense se ele pode estar cansado, sinta a temperatura e certifique-se de que a roupa dele não esteja machucando. Existem roupas muito incomodas. Se tudo parecer bem, presuma que seu bebê simplesmente precisa chorar – e deixe que ele o faça. Alguns bebês têm necessidade de chorar antes de pegar no sono.
Você não é um fracasso como mãe só porque seu bebê chora muito. Não leve isso para o lado pessoal. Todo bebê chora pelo menos uma hora por dia, e alguns podem chorar até quatro horas por dia. Acima de qualquer coisa, não chacoalhe seu bebê para que ele pare de chorar e, nunca mas nunca mesmo, bata numa criança pequena. Isso não vai mostrar ao bebê que você está “falando sério”; vai apenas agitá-lo ainda mais – além de haver um sério risco de dano cerebral. Se você perceber que está perdendo o controle por causa de um choro constante que a deixa louca, chame imediatamente alguém da família, uma amiga ou uma vizinha e seja honesta: “Preciso muito de ajuda, pois tenho medo de machucar meu filho”.  Não há nem sequer uma mãe no mundo que não fique frustrada de vez em quando; ou seja, você não é uma mãe ruim. Mas, já que você é adulta, é importante ser proativa, buscando alívio da exaustão causada pelos ataques de choro, em vez de ser reativa, descontando sua frustração no bebê, que está simplesmente fazendo “o que é natural”.
TÉCNICAS PARA LIDAR COM O CHORO
Lembre-se de que cada criança reage de maneira diferente, mas aqui estão algumas técnicas comprovadas para lidar com o choro. Se uma não funcionar, tente a próxima!
• Segure o bebê e balance-o gentilmente de um lado para o outro.
• Cante ou toque uma música suave.
• Dê um banho morno.
• Leve o bebê para passear de carrinho.
• Coloque o bebê deitado junto de uma bolsa de água  numa temperatura agradável ao toque.
• Faça uma massagem relaxante usando óleo para bebês.
• Ofereça uma chupeta. Os modelos de hoje não causam problemas aos dentes.
• Tente um balanço para bebês, particularmente um que tenha som de tique-taque.
Se você começar a ficar muito exausta, faça um exercício, respire lenta e profundamente 10 vezes. Isso irá te acalmar. E lembre-se, tudo vai passar, é só uma fase difícil.
Depois de mais ou menos 8 semanas, ele finalmente começará a dormir a noite inteira. Desde que seja alimentado e que tenha arrotado antes de ir para a cama, ele conseguirá ir até a manhã seguinte, dando a você a primeira noite de descanso depois de muito tempo. A noite do bebê pode durar apenas seis ou sete horas, mas serão mais do que as duas ou três de um recém-nascido. Desde que seja alimentado e que tenha arrotado antes de ir para a cama, ele conseguirá ir até a manhã seguinte, dando a você a primeira noite de descanso depois de muito tempo.
Aprenda a curtir seu bebê em todas as situações, porque ele vai crescer rapidinho!
Até a próxima…
Bjos!!!
Assinatura monica

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Quanto mais a barriga cresce, maior a dificuldade para dormir

Quanto mais a barriga cresce, maior a dificuldade para dormir e para ter uma boa noite de descanso. Quando o nono mês se aproxima, até falta de ar aparece. “As alterações hormonais, metabólicas e posturais da gravidez provocam desconfortos.
Para conseguir obter uma qualidade maior do sono pesquisamos algumas boas dicas:
O Famoso banho morno – Quem não sabe que água quentinha ajuda a relaxar? Sim, o banho morno antes de ir dormir é muito eficiente para qualquer pessoa, mas na gravidez ele deve ser rápido.
Modere no sal e nos líquidos (beba água, mas cuidado com a noite!) – Fazer as refeições com pouca quantidade de sal, por exemplo, é um cuidado que reduz o inchaço e melhora o conforto na hora de dormir.
Descanse mais durante o dia – A qualidade do sono é um reflexo do que acontece durante o dia.
Não coma exageradamente – Você já sabe que precisa comer de forma fracionada ao longo do dia, mas, para dormir confortavelmente, é importante também não abusar de alguns alimentos no jantar.
Melhores posições – Procure as melhores posições, aquelas que você se sente mais tranquila e que não cause falta de ar. Muitas mamães relatam que dormir virada para o lado esquerdo ajuda muito. E utilize muitos travesseiros. O que você acha?
PERGUNTE ao seu médico sobre a Suplementação de Ômega-3
Estudos demonstram que utilizar o suplemento com a orientação de um médico melhora significativamente o sono da grávida, passando a ser muito mais tranquilo e de seu bebê também, ele dormirá melhor após o nascimento”.
Aproveite as dicas Timolico e evite o desconforto na hora de dormir!
desconforto-dormir-gravidez

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Editora-adjunta do BabyCenter Brasil

Carolina Schwartz

Editora-adjunta do BabyCenter Brasil

Dependendo do método que se usa para descobrir o sexo do bebê, pode até ser a partir de dois meses de gravidez, embora o mais comum seja saber com, mais ou menos, quatro meses. 

Em resumo, falando em termos de semanas (calcule aqui de quantas semanas você está, se não souber): 

• A partir de 8 semanas, com um caro exame de sangue de sexagem fetal 
• A partir de 10 semanas, com um também caro exame de urina de farmácia 
• A partir de 10 semanas, com exames genéticos e invasivos, que trazem certo risco ao bebê e só são recomendados se houver outros motivos 
• A partir de 13 semanas, pelo ultrassom, dependendo da perícia do ultrassonografista, da qualidade do aparelho e da posição do bebê, e mesmo assim com chance de erro de no mínimo 10% 
• A partir de 16 semanas, pelo ultrassom, com mais certeza, mas ainda dependendo da posição do bebê e da experiência do profissional (erros humanos acontecem) 

Às vezes é preciso um pouco de paciência para matar a curiosidade e finalmente contar para meio mundo se vem menino ou menina por aí e poder escolher o nome. Leia abaixo mais detalhes sobre cada tipo de exame e sobre o que não passa de lenda


Ultrassom

É a forma mais difundida de conhecer o sexo do bebê, além de ser a mais barata. A desvantagem é que, dependendo da posição em que o feto está na hora do exame, fica difícil visualizar justo aquela parte essencial… A experiência do médico, assim como a qualidade da máquina de ultrassonografia, também podem facilitar ou dificultar uma informação mais precisa. 

Geralmente só a partir do segundo trimestre, mais ou menos do quarto mês de gravidez em diante, é que é possível perceber através de ultrassons as sutis diferenças dos órgãos sexuais masculino e feminino nesta fase do desenvolvimento fetal

Nas ecografias de rotina da gestação, quando é realizada a translucência nucal, por volta da 13a semana, o obstetra muitas vezes consegue dar um palpite sobre o sexo. Mas lembre-se de que, a esta altura da gestação, trata-se mais de um chute e não há 100% de certeza, portanto não vale a pena começar a comprar um monte de roupinhas de cor específica. 

Com cerca de 20 semanas, os médicos costumam pedir uma ultrassonografia mais detalhada, conhecida como ultrassom morfológico, e aí já é bem mais garantido descobrir de fato o sexo do seu filho, pois os órgãos genitais já estão formados (só que, de novo, dependendo da posição do bebê, que tem que "colaborar" e estar com as perninhas abertas!). 

Outra possibilidade é pagar em qualquer momento da gestação por ultrassonografias em clínicas particulares, onde não é necessário pedido médico para fazer o exame. A princípio, não há contraindicações para a realização de ultrassons, porém não vá esquecer de que não adianta nada sair correndo para saber o sexo do bebê com 5 semanas de gravidez, porque a diferenciação dos órgãos sexuais ainda não aconteceu. 

Um truque para fazer o bebê se mexer na hora da ultra é levar alguma coisa doce para comer ou beber, como um chocolate ou suco de laranja, e guardar para usar dentro da sala de exame mesmo, se necessário. 


Exame de sangue de sexagem fetal

Existe um exame de sangue que detecta o sexo do bebê já a partir da oitava semana de gravidez (e não precisa de pedido médico). É um teste que só serve para isso, detectando a presença ou não de células com cromossomo Y (masculino) no sangue da mãe. A vantagem é que o exame para determinação do sexo fetal tem taxa de acerto de, mais ou menos, 99%; a desvantagem é que não é feito pela rede pública e nem coberto pelos convênios médicos, ou seja, você terá que pagar (e bem caro) do seu bolso para desvendar esse segredo da natureza. 

E tem também uma espera de cerca de cinco dias úteis para o resultado ficar pronto. 

No caso de mães esperando gêmeos ou mais, o teste só consegue responder se há meninos ou não há meninos, portanto não é muito exato. Se o resultado for que não há meninos, você saberá que só espera meninas. Mas, no caso de haver meninos, não dá para saber se há meninas também ou não. 


Exames genéticos invasivos

Outros exames em que o sexo é revelado são os genéticos, que são invasivos e só recomendados quando há suspeita de algum problema com o feto, pois existe um pequeno risco de aborto espontâneo, de 1%. São eles a biópsia do vilo corial, entre a 10a e a 12a semana de gestação, e a amniocentese, entre a 15a e a 18a semana. 

Como nesses exames há a análise do material genético do bebê, a certeza é de praticamente 100%. 


Teste de urina de farmácia

Sim, chegamos a um ponto em que um simples teste de urina em casa promete determinar se você está esperando um garotão ou uma mocinha. Trata-se de uma tecnologia relativamente nova no Brasil, mas já presente em outros países há mais tempo. 

A vantagem é a praticidade de fazer um exame sem precisar ir ao laboratório e ter acesso direto a uma fonte de informação. Por outro lado, há o problema do custo muito alto e de o produto poder não estar disponível em farmácias de todas as cidades. 

De acordo com o fabricante, o teste tem eficácia em torno de 90 por cento, pode ser feito a partir de 10 semanas e fica pronto em 10 minutos. O resultado não é confiável se a mulher estiver usando hormônios como a progesterona, e a eficácia também não é boa em caso de gêmeos ou mais. 


Simpatias e lendas

Você já ouviu alguém falar que barriga pontuda é sinal de menino e arredondada, de menina? Ou que o batimento cardíaco do feto acima de 140 batidas por minuto indica que você vai ter um bebê do sexo feminino? 

Existe ainda uma tabela chinesa que combina idade lunar com mês da concepção para chegar a uma conclusão sobre o sexo do bebê. 

O senão de tais lendas e simpatias é que elas não têm nenhum validação científica, mas, mesmo assim, criam expectativas fortes e podem levar a grandes frustrações se derem errado. 

Portanto, se você quer usar a sabedoria popular para se divertir tentando adivinhar o sexo do seu bebê, faça isso a qualquer tempo, mas tenha em mente que os resultados são bem mais do reino das apostas do que do das certezas. 

Você também pode usar nossa calculadora do sexo do bebê. É uma brincadeira, apesar de baseada em fatos científicos. Depois conte para a gente se a calculadora acertou ou não

Converse nos grupos dos bebês do mesmo mês para saber se grávidas na mesma fase que você já descobriram ou não o sexo. 

Leia mais: 
Quer palpites para escolher o nome do bebê? 
Organize-se para o enxoval e para montar o quartinho 
É verdade que estresse da mãe faz mal para o bebê?


http://brasil.babycenter.com/x4600017/quando-d%C3%A1-para-descobrir-o-sexo-do-beb%C3%AA#ixzz2tmMKMyBB