terça-feira, 28 de outubro de 2014

Parto na água - Jordania, Maria Clara e Davi Lucas

Parto natural completo

sábado, 25 de outubro de 2014

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

KYLY TRAZ PIJAMAS QUE BRILHAM NO ESCURO

KYLY TRAZ PIJAMAS QUE BRILHAM NO ESCURO

Bianca Monteiro Chioccola
Silvia Vidigal Ramos - Taciana Veloso
55 11 3068-2000/ ramal: 3042 / 98164-6696
Rua Oscar Freire 379 # cj 131
CEP 01426-001


KYLY TRAZ PIJAMAS QUE BRILHAM NO ESCURO

Para tornar o momento de dormir ainda mais divertido e trazer bons sonhos para as crianças, a Kyly preparou algumas opções de pijamas que brilham no escuro para os meninos.
Em malha confortável, com cores e estampas divertidas, os pijamas podem ser encontrados em vários tamanhos.
À hora de dormir irá se transformar em brincadeira.
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Serviço:
sac:  0800 644 0006

Informações para Imprensa
Index Assessoria – 11 – 3068-2000
Viviane Andrade – viviane@indexassessoria.com.br
Bianca Monteiro Chioccola – biancamonteiro@indexassessoria.com.br



Bianca Monteiro Chioccola
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Silvia Vidigal Ramos - Taciana Veloso
55 11 3068-2000/ ramal: 3081/ 98164-6696
Rua Oscar Freire 379 # cj 131
CEP 01426-001

domingo, 15 de junho de 2014

segunda-feira, 19 de maio de 2014

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Oftalmologista diz que uso de colírio durante gravidez é perigoso

Oftalmologista diz que uso de colírio durante gravidez é perigoso

Alterações metabólicas aumentam os efeitos colaterais e atingem o feto

Assessoria / LDC Comunicação 30 Abril de 2014 - 16:44

Foto: Ilustração
Gravidez
Gravidez
Com a proximidade do dia das mães, o oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, alerta as gestantes para o risco do uso indiscriminado de colírios durante s gravidez Só para se ter uma ideia, ele afirma que a estimativa da OMS  (Organização Mundial da Saúde) que 3% dos defeitos congênitos sejam causados pelo uso de medicamentos ou drogas durante a gravidez. “Até as gotinhas de colírio, aparentemente inofensivas, podem afetar o bebê”, afirma. Isso porque, em mulheres grávidas a elevação dos hormônios sexuais altera o metabolismo hepático das drogas que ficam mais concentradas na corrente sanguínea. O problema é  que um levantamento feito pelo médico nos prontuários de 80 gestantes atendidas pelo hospital, mostra que 4 em cada 10 chegam à consulta usando colírio por contra própria.
Para o FDA (Food em Drugs Administration), agência americana que regulamenta os medicamentos, nenhum tipo de colírio pode ser considerado sem risco para o feto por falta de testes com gestantes antes dos lançamentos.
Menor troca de oxigênio e nutrientes
Queiroz Neto destaca que alguns remédios afetam o bebê pela menor troca de oxigênio e nutrientes entre a mãe e o feto através da placenta. É o que acontece com os bebês da maioria das gestantes que usam colírio vasoconstritor para ficar com os olhos branquinhos. O problema é que o colírio faz com os vasos sanguíneos da placenta também contraiam e a nutrição do feto fica comprometida.
O médico destaca que embora esta privação não seja suficiente para que o bebê nasça com alguma deformidade, pode refletir na saúde em algum momento da vida.
Para a futura mãe, o uso indiscriminado desse tipo de colírio predispõe à catarata precoce, alterações cardíacas e elevação da pressão arterial. 
O especialista afirma que a maioria das gestantes fica com o olho vermelho porque o aumento da produção do estrogênio provoca a síndrome do olho seco. Outros sintomas da síndrome são: ardência, coceira, queimação, visão borrada que melhora com o piscar, lacrimejamento excessivo e sensibilidade à luz. O tratamento pode ser feito com lágrima artificial que não prejudica o feto, ou com uma dieta rica em ômega 3. O nutriente é encontrado em semente de linhaça, castanha do Pará, sardinha e salmão.
Contração da musculatura uterina
Queiroz Neto alerta as gestantes portadoras de glaucoma para passar por reavaliação com um oftalmologista. Isso porque, a classe de colírio antiglaucomatoso mais utilizada no Brasil é a dos análogos de prostaglandina que são contra-indicados durante a gravidez. “Este tipo de colírio pode induzir à contração da musculatura uterina, podendo levar à interrupção prematura da gestação”, afirma.  Já os beta-bloqueadores, destaca, podem alterar a frequência cardíaca do feto.  Dos medicamentos para glaucoma o mais seguro para gestantes é o tartarato de brimonidina que não revelou alterações em fetos nos testes de laboratório. Ele diz que a boa notícia para gestantes é que a pressão intraocular geralmente  diminui, principalmente na segunda metade da gestação por causa do aumento da produção de progesterona e relaxina.
Prevenção
Qualquer classe de colírio usado por gestantes pode afetar a saúde do bebê. Por isso, a recomendação é lavar as mãos com frequência, evitar aglomerações, compartilhamento de maquiagem, fronhas e computadores para prevenir a contaminação dos olhos por bactéria ou vírus. Usar colírio antibiótico ou antiinflamatório pode comprometer a imunidade do feto. Muitos dos adultos que têm astigmatismo e até ceratocone, abaulamento da parte central da córnea, são  alérgicos que foram e expostos a antibióticos durante a gestação ou nos primeiros meses de vida. A boa saúde começa na gestação. Por isso, todo cuidado é pouco neste período.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

mOmma lança no Brasil Kit de Introdução Alimentar

Ana Silva
Rojas Comunicação
Tel: (11) 3675-4940 / 3873-6261 / 9 9339-8585
rojas.assessoria@uol.com.br
 
 
mOmma lança no Brasil Kit de Introdução Alimentar

A marca americana de sucesso Lansinoh, especializada em cuidados durante a amamentação, tem orgulho de apresentar a mOmma, uma inovadora linha de produtos especialmente desenvolvida para entreter e estimular o desenvolvimento dos bebês. Essa premiada linha com design italiano auxilia os bebês durante a introdução de alimentos sólidos. A marca combinou cuidadosamente forma, estilo, movimento e cor para transformar cada momento da refeição dos bebês em uma experiência de crescimento, aprendizado e diversão. Sabe aqueles momentos desgastantes em que a mãe vai alimentar a criança e não sabe quem se suja mais? Acabaram. Agora o que era impossível se tornou a realidade do dia a dia entre mãe e filho: a criança pode comer e brincar ao mesmo tempo e, o melhor, sozinha. Desenvolvidos para ajudar a criança ter uma alimentação independente e de forma lúdica, os produtos mOmma possuem movimento de "João-Bobo", que entretem e estimula o aprendizado dos bebês durante as refeições, além de prevenir que a ponta do produto entre em contato com as superfícies, garantindo máxima higiene.

A marca acaba de lançar no Brasil o Kit de Introdução Alimentar, indicado para crianças a partir de 06 meses, contendo um Prato Térmico, uma Colher e um Garfo.  O Prato Térmico, com dois compartimentos para separar comidas, possui uma câmara para água que mantém a refeição do bebê morna ou fria por mais tempo, e tem base arredondada e antiderrapante para prevenir desperdícios. A Colher de Ponta Macia, vencedora do prêmio "Parent Tested, Parent Approved", e o Garfo de Dois Dentes possuem ponta de silicone, garantindo segurança ao introduzir talheres ao bebê. Os talheres possuem design arredondado e aderente para que os bebês consigam segurar facilmente e iniciar a alimentação independente, além de possuir também uma capa protetora que  serve como cabo extensor. Todos os produtos mOmma são BPA Free e podem ir ao microondas e na lava-louças
.



SERVIÇO:

Site: www.mommabrasil.com.br
Preço do kit: R$99
 
Divulgação: Rojas Comunicação
(11) 3675-4940 / 3873-6261

quarta-feira, 23 de abril de 2014

como comprar veneno para barata francescinha

como comprar com segurança o veneno que mata imediatamente as baratas francesinhas

comprar



domingo, 20 de abril de 2014

quer a foto do seu bebe neste blog

O bebe de desta semana é linda Talita filha da Katia ,quer ver a foto de seu bebe nas postagem deste blog .e só postar no comentário quero a foto do meu meu bebe neste blog.não è uma gata a Talita parabêns aos pais!!


segunda-feira, 14 de abril de 2014

Refluxo Reação comum depois da mamada



Regurgitações são normais e vômitos só merecem atenção quando fazem a criança perder peso.
A alimentação do recém-nascido ocupa a maior parte do tempo e das pre-ocupações das mães. Muito natural: nos primeiros meses, além da função nutricional, ela é a fonte de comunicação, conhecimento mútuo e construção de uma relação afetiva entre os dois. Por isso costuma ser encarada como uma das mais importantes responsabilidades maternas. E quanto mais intenso for esse sentimento, mais a mãe se aflige com qualquer reação inesperada do bebê. Como as golfadas de leite, depois da mamada, que levam muitas delas, aflitas, a recorrer ao médico: "Doutor, ele está devolvendo todo o leite!"

Não, não está. Os lactentes regurgitam apenas uma pequena parte, e não todo o leite ingerido, após a mamada. Cerca de 50% dos bebês apresentam essas "devoluções", que não acontecem em todas as mamadas. Elas podem começar já nas primeiras semanas e persistir até os 6 meses. A razão está numa imaturidade funcional do esfíncter esofagiano, uma espécie de válvula, cuja função é impedir o retorno do conteúdo do estômago para o esôfago. A imaturidade provoca episódios de relaxamento no esfíncter, resultando na regurgitação.

Bebê glutão
Não é regra, mas as regurgitações são mais freqüentes nos bebês glutões, que mamam com voracidade e muitas vezes em excesso. Deles, após uma "refeição" ávida e barulhenta, as mães podem esperar um grande arroto, para eliminar o ar ingerido junto com o leite, e uma bela golfada com seu peculiar cheirinho azedo. Essas ocorrências, também comuns nos bebês menos vorazes, são normais: não causam desconforto nem exigem da criança qualquer esforço, muito menos interferem no seu ganho de peso.

Vômitos
A mãe deve ficar atenta quando as devoluções de leite vêm, com freqüência, na forma de vômito. No caso do bebê alimentado com mamadeira, esse pode ser um sintoma de alergia à proteína do leite de vaca. Filhos de pais alérgicos, principalmente se desmamados precocemente, estão mais sujeitos ao problema. Leites especiais, cujas proteínas são quebradas em pequenos fragmentos, tendo seu poder alergênico diminuído, costumam ser indicados para eliminar o sintoma. Outra alternativa é identificar o alérgeno responsável e excluí-lo da dieta da criança.

Refluxo
Vômitos após a mamada também podem ser sinal de refluxo gastroesofágico, provocado não só pela imaturidade do esfíncter esofagiano como pela presença de ácido estomacal no esôfago. Na maioria dos casos, o distúrbio se resolve naturalmente até os 12 ou 18 meses, e muitas crianças apresentam melhora já por volta dos 6 meses. Mas em 5% dos lactentes, o problema evolui para a doença do refluxo gastroesofágico, com outros sintomas, além do vômito. A criança perde peso, apresenta chiado no peito, crises de apnéia (falta de ar), otites, irritabilidade e choro intenso. É a permanência do ácido estomacal no esôfago, que começa a provocar lesões nos tecidos, a responsável por essas alterações. O tratamento envolve desde orientações quanto à melhor posição de amamentar até intervenções com medicamentos. Em casos excepcionais, quando o problema persiste por vários anos, pode ser indicada uma cirurgia.

Amamentar
A ocorrência de vômitos e regurgitações não é justificativa para desmamar a criança. Equivocadamente, algumas mães associam essas manifestações ao leite materno. Mas elas podem ocorrer tanto com o leite do "peito" como com o leite de vaca, por se tratar de uma disfunção do esfíncter. Portanto, não é o caso de suspender a amamentação natural. Ao contrário, ela é o melhor tratamento preventivo contra as do-enças infantis e, em especial, contra manifestações alérgicas da criança.



De olho na nutrição

Após as regurgitações ou vômitos do bebê, muitas vezes as mães não sabem se a criança ficou suficientemente alimentada. A dúvida surge mais na mãe que amamenta ao peito, já que ela não vê o quanto o filho mamou. Mas não é preciso oferecer de novo o peito ou a mamadeira, pois as golfadas representam a eliminação de pequena parcela do leite ingerido. Em todo o caso, o melhor jeito de a mãe saber se o bebê está bem alimentado é ficar atenta ao ganho de peso e à rotina de sono da criança.

Ganho de peso.
A criança amamentada no peito recebe cerca de 750 a 900 ml de leite diariamente, engordando de 20 a 30 gramas por dia nos primeiros meses. O recém-nascido perde 10% do seu peso de nascimento, recuperando-o por volta do décimo dia.

Sono.
Após cada mamada, o período de sono do bebê varia de 2 a 4 horas. Sono tranqüilo, nesses intervalos, indica saciedade. Ao recém-nascido, deve-se oferecer o peito sempre que ele desejar e pelo tempo necessário para que fique satisfeito. Nas primeiras semanas, a mamada pode durar até 40 minutos, diminuindo progressivamente, porque o bebê passa a ter mais vigor na sucção.

domingo, 13 de abril de 2014

Parto Normal - Projeto Via Lactea

Parto Normal - Projeto Via Lactea

Parto hospitalar de gêmeos VBAC, nascimento Mariana e Levi - 27/nov/2009

PATRÍCIA ABRAVANEL ESTA GRÁVIDA DE UM MENINO

Grávida do primeiro filho, Patrícia Abravanel estaria grávida de um menino.
Segundo informações do jornal Folha de S. Paulo, desta terça-feira (11), a apresentadora deve dar a notícia ao público no ar, durante seu programa.  
O herdeiro é fruto do relacionamento da filha do Silvio Santos com o ex de Sabrina Sato, Fábio Faria.  
Confirmação
Após a divulgação pelo jornal, Patrícia usou as rede sociais para confirmar a informação.
Em seu Instagram, ela publicou uma foto em que aparece brincando com um balão azul.
— Menino! Olha a cara do pai de alegria. Que Deus abençoe com muita saúde!
Leia mais
TV Fama: Fabíola Reipert faz parceria com Bacci:

sábado, 12 de abril de 2014

calcule seu parto

calcule a data de seu parto

Você já quebrou a cabeça fazendo as contas e vasculhou o calendário? Use nossa calculadora para descobrir a data prevista para o nascimento do seu filho.

Qual foi o primeiro dia da sua última menstruação?

 


http://brasil.babycenter.com/calculadora-da-gravidez#ixzz2yhE3cpHd

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Lançamento da Lansinoh para alívio na amamentação chega ao Brasil


Tel: (11) 3675-4940 / 3873-6261 / 9 9339-8585
rojas.assessoria@uol.com.br
Lançamento da Lansinoh para alívio na amamentação chega ao Brasil
    A marca Lansinoh, número 01 em produtos para amamentação, acaba de trazer ao Brasil a Terapia 3 em 1 para Seios TheraPearl. São compressas atóxicas, sem látex e 100% livres de bisfenol A (BPA Free) que proporcionam o máximo de conforto e praticidade para a mamãe. Desenvolvida por médicos e aprovada por consultoras de amamentação, o produto possui design exclusivo que se encaixa perfeitamente ao seio, fornecendo alívio 360 graus. As compressas podem ser utilizadas quentes ou frias. Se usada quente (aquecida por 15 segundos no microondas) pode suavizar a dor, inchaço, dutos obstruídos e mastites associadas à amamentação. Já a compressa fria serve para aliviar o ingurgitamento, as famosas “mamas empedradas”. Ela ainda pode ser utilizada morna com a bomba tira-leite para auxiliar na descida do leite. As compressas são reutilizáveis e podem ser higienizadas com sabão neutro, detergente ou álcool. A consultora de amamentação Patrícia Tsukada alerta que nos primeiros dias após o parto alguns problemas podem ocorrer nas mamas dificultando a amamentação. Patrícia dá algumas dicas simples de como superar essas dificuldades.
Como melhorar o ingurgitamento
O ingurgitamento é o inchaço das mamas, que ocorre quando o leite desce deixando a mama pesada, quente e dura. A mamãe deve, em primeiro lugar, amamentar frequentemente para aliviar o peso da mama. Pode-se também ordenhar o leite manualmente ou com uma bomba tira-leite para deixar a mama macia e facilitar a pega do bebê, além das compressas frias para ajudar no tratamento.
O que é mastite e o que posso fazer para melhorar?
Quando o duto bloqueado ou ingurgitado não é desobstruído, o tecido mamário é infectado, deixando parte da mama vermelha, quente, inchada e amolecida - a chamada mastite. Nesse caso, a mamãe não se sente bem e tem febre. Algumas dicas para aliviar a mastite são:
   
-    Observar a posição correta da mamada
-    Mantenha o bebê mamando frequentemente do lado que estiver inchado
-    Massagear delicadamente a parte inchada em direção ao mamilo
-    Fazer compressas quentes/mornas diretamente na mama antes da amamentação, entre os intervalos de amamentação ou durante a ordenha de leite para aliviar a dor e a inflamação
-    Antibióticos e outros tratamentos indicados pelo médico para tratar a mama inflamada
-    Se mamãe não quiser amamentar o lado infectado , deve se ordenhar o leite
-    Deve se retirar o leite várias vezes ao dia
O que fazer para o bebê fazer a pega correta quando a mama está muito cheia?
Você pode fazer uma compressa quente/morna diretamente na mama para facilitar a descida do leite, e em seguida ordenhar o leite para que a mama fique macia, facilitando a pega correta para uma mamada eficiente.
O que fazer para facilitar a descida do leite na hora da ordenha?
Você pode fazer compressa quente/morna diretamente na mama antes da ordenha, ou se você tiver a Bomba Tira leite pode colocar a compressa morna em volta da flange da bomba durante a ordenha de leite para facilitar a descida do leite.
SERVIÇO:

Preço: R$139,90

Onde Comprar: http://www.lansinohbrasil.com.br 
Divulgação: Rojas Comunicação 
(11) 3675-4940 / 3873-6261

quarta-feira, 9 de abril de 2014

quinta-feira, 3 de abril de 2014

parto normal


quinta-feira, 20 de março de 2014

Ultrassom morfológico: entenda esse exame na gravidez

Ultrassom morfológico: entenda esse exame na gravidez

Muito importante no pré-natal, esse tipo de ultrassom ajuda a detectar malformações do feto e síndromes. Mas, como nem tudo é perfeito, ele também faz soar alarmes falsos. Saiba o que esperar

Por Cida de Oliveira - atualizada em 11/12/2013 12h33
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ultrassom; gravidez (Foto: Thinkstock)

Giovanna foi informada na gravidez que o filho poderia ter Down, mas Luigi, 6 meses, nasceu sem a síndrome (Foto: Raoni Maddalena / Editora Globo)
A chegada de Luigi, hoje com 6 meses, trouxe não só alegria, como alívio à mãe, a paulistana Giovanna Mingrone, 31 anos. Durante a gravidez, o primeiro ultrassom morfológico apontou que seu filho poderia ter síndrome de Down. A medida da translucência nucal do bebê, um parâmetro que indica um risco maior para síndromes genéticas, estava no limite da normalidade. “Meu marido e eu ficamos apreensivos. Como seria a vida que poderíamos oferecer ao bebê? Seríamos capazes de dar atenção especial? Embora fosse minha segunda gravidez, me sentia como mãe de primeira viagem”, diz. O alívio veio com o nascimento de Luigi sem nenhuma síndrome. Mas o susto gerou reflexos. Giovanna atribui a ele a depressão pós-parto que teve – ela faz terapia até hoje. “Fiquei muitos dias só pensando naquele diagnóstico, naquela possibilidade.”

Ela não foi a primeira e nem será a última gestante cujo ultrassom morfológico revelará algum dado distorcido. O exame, que é empregado para detectar possíveis alterações congênitas, como a malformação do cérebro e hidrocefalia (acúmulo de líquido na cavidade craniana), além de problemas genéticos e cromossômicos, como a síndrome de Down, está longe de ser 100% preciso. É importante tentar manter a calma ao receber o resultado – porque pode mesmo não ser nada. O ideal é sempre fazer o ultrassom acompanhada e ligar para o obstetra em caso de dúvidas.
Realizado no primeiro trimestre, entre a 11ª e a 14ª semana, e no segundo, entre a 18ª e a 24ª, esse exame avalia diversas estruturas – daí o nome morfológico. No primeiro, tem índice de acerto de cerca de 70%. No segundo, quando o feto já está bem desenvolvido, com os contornos mais definidos, a confiabilidade chega a 90%, conforme o Colégio Brasileiro de Radiologia.

É por isso que, no início da gestação, o especialista pode fazer uma leitura equivocada do sexo do bebê, como aconteceu com a funcionária pública Aline Bergamo, 31 anos, mãe de Maria Clara, 5, de Santos (SP). Ao fazer seu primeiro morfológico, ela foi informada de que daria à luz um menino. “Só mais tarde, no sexto mês, eu soube que seria uma menina. Na época, o enxoval predominantemente verde já estava pronto e achei prudente pintar o quarto só depois do parto”, diverte-se Aline.

Como o ultrassom comum, o morfológico não utiliza radiação para formar a imagem projetada no monitor. Por via vaginal ou transabdominal, o aparelho emite ondas sonoras em alta frequência que chegam ao interior do útero. Os sons ecoados são convertidos em imagens, que mostram os contornos da região selecionada. O procedimento costuma ser realizado em meia hora e as imagens podem ser copiadas em DVD, o que faz sucesso entre as famílias. É um exame confiável, mas sujeito a problemas de interpretação.

“Além das próprias limitações técnicas inerentes a qualquer exame, muitos equipamentos podem estar desregulados, o que requer atenção das autoridades de saúde. Sem contar que os profissionais que operam os aparelhos nem sempre são capacitados adequadamente”, aponta a ginecologista e obstetra Maria Helena Bastos, da Fundação Oswaldo Cruz (RJ). “Como consequência, o risco aumentado para possíveis problemas pode ser interpretado como diagnóstico fechado, trazendo muito transtorno para as grávidas e seus familiares”, conclui.

A médica, que participa de um levantamento sobre partos no Brasil, financiado pelo Ministério da Saúde, alerta que, ao sugerir alterações que não existem ou que não são realmente graves, o exame, muitas vezes, leva à antecipação de cesarianas quando o bebê tem tudo para nascer de parto normal, na hora certa. E o nascimento prematuro, esse, sim, pode representar perigo para a saúde – no Brasil, nascem por ano 330 mil crianças antes do tempo. Um exemplo de precipitação, segundo Maria Helena, é quando o médico detecta a chamada circular de cordão umbilical. Embora seja assustadora a ideia de o pescoço da criança estar enrolado, isso não representa risco real. “O cordão é elástico, envolto por uma geleia, incapaz de estrangular”, garante ela.
Conduta profissional
Apesar de todo o avanço tecnológico – e da vontade de ser mãe – nem toda gestação evolui da maneira esperada. Sempre existe a possibilidade de haver intercorrências e até perdas. De acordo com o Código de Ética Médica, esses imprevistos devem ser comunicados ao obstetra e não à gestante. Na prática, não é o que acontece. “O ultrassonografista não deveria mostrar e explicar cada detalhe à grávida e ao seu acompanhante – que é sempre bem-vindo. Mas, na maioria das vezes, acaba fazendo isso”, diz o médico Renato Ximenes, membro da Comissão Nacional de Qualidade em Ultrassonografia do Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR). De acordo com ele, a maioria dos médicos tem a conduta de contar à paciente o que acontece e orientá-la a procurar seu médico o quanto antes. “Mas é preciso também que ele avise o obstetra”, recomenda.
Risco relativo
A especialista em medicina fetal Denise Pedreira, do Hospital Samaritano (SP), acrescenta que a sensibilidade do morfológico para flagrar anomalias depende também de outros fatores, como tipo do aparelho, idade gestacional, peso da gestante, quantidade de líquido amniótico, posição e número de fetos. “Precisa ficar claro que o morfológico só serve como alerta de risco, mas não como confirmação. Por isso, não se pode acusar um erro no exame quando outros subsequentes não confirmarem o achado inicial”, ressalta Denise. E ela brinca: “Se há erro, é o de assustar a grávida”.

Foi o que aconteceu com Jéssica Appolinário Franco, 27 anos, em maio passado, quando deu à luz Pietro. Uma alteração cromossômica detectada durante o ultrassom morfológico não se confirmou. “Vivi tempos difíceis a partir da notícia de que meu bebê tinha síndrome de Down. Foram muitas orações em família e pesquisas frequentes para me preparar para cuidar de uma criança tão especial”, lembra ela. “Apesar de o obstetra sempre enfatizar que o melhor seria esperar pelo nascimento do Pietro, jamais desconfiei de que tais informações pudessem estar equivocadas. Afinal, eu tinha feito os exames em uma clínica de referência”, acrescenta.

No primeiro morfológico, a translucência nucal (TN) é o principal indicador para o risco de alterações, malformações ou síndromes, como a de Down, mas tem cerca de 5% de probabilidade de apresentar um resultado falso positivo. Esse parâmetro mede o acúmulo de líquido na nuca, comum a todos os fetos entre a 11ª e a 14ª semana de gestação. Se a medida estiver além do esperado, maior é o risco de a criança apresentar não só os problemas já mencionados como infecções congênitas.

O risco é calculado de maneira individualizada, levando em conta não só a TN como a idade materna, a idade gestacional e o histórico familiar, entre outros fatores. Mas o exame não fornece informações quanto à constituição genética do feto. A confirmação para a suspeita de Down na gestação, por exemplo, só é feita com a análise das células fetais em exames mais invasivos, chamados biópsia de vilo corial (BVC) e amniocentese. Esses procedimentos, porém, oferecem risco de morte para o bebê: em torno de 1% na amniocentese clássica e de 2% na BVC. Por isso, vale discutir com o especialista sobre a necessidade real de se submeter a esses procedimentos.
Mais precisão
No momento do segundo morfológico, os órgãos do bebê estão mais bem definidos, o que aumenta a precisão do diagnóstico de malformações da coluna vertebral, mãos, pés, face, diafragma e coração. O procedimento também consegue avaliar melhor outras estruturas, como calota craniana, cérebro, tórax, estômago e rins, além dos membros e da genitália, só para citar alguns.

Quando a probabilidade de anomalias congênitas é mais alta, o médico geralmente solicita exames detalhados das estruturas anatômicas do feto, incluindo todos os ossos longos e o sistema cardiovascular. Se o ultrassom acusar problemas no coração, é indicada uma reavaliação por meio de um teste de imagem chamado ecocardiografia fetal, realizado por cardiologista pediátrico, que deverá passar a monitorar a gestação ou até mesmo transferir a grávida para centros referenciados de atenção, para acompanhamento.

“O mais importante, em momentos como esses, em que o inesperado pode acontecer, é a mulher se sentir acolhida, encorajada a enfrentar as intercorrências e até mesmo a vencer o medo e o trauma, em caso de possíveis perdas”, diz a psicóloga Maria de Fátima Rezende, do serviço de psicologia obstétrica da Unifesp. E ela conclui: “O fundamental é dar suporte para que a gestante não perca, de jeito nenhum, as esperanças.”
Solução dentro do útero
A pedagoga Oladiane Werner, 33 anos, mãe de Igor, 5 meses, e a bióloga Lidiane Ubaldino, 35, mãe de Joaquim, 2 meses, vivenciaram um drama em comum. Para elas, o ultrassom morfológico trouxe mais do que um susto: a pista de que havia uma malformação grave nos bebês, que acabou sendo confirmada por outros exames. Eles tinham meningomielocele ou espinha bífida, que é a exposição da medula espinhal ao líquido amniótico, devido a uma falha na formação dos ossos e estruturas que deveriam cobri-la. Como ocorrem danos aos nervos, as sequelas são graves, incluindo paralisia e hidrocefalia.

A boa notícia é que essas consequências podem ser evitadas com um procedimento cirúrgico até a 27ª semana de gestação, que fecha a abertura. Oladiane e Lidiane encararam cirurgias bem-sucedidas, que corrigiram o problema em seus bebês e eles provavelmente não terão sequelas graves.

Cada vez mais avançada, a medicina fetal permite intervenções cirúrgicas ainda dentro do útero materno, aumentando as chances de uma vida saudável. “Hoje podemos contar com a cirurgia endoscópica para corrigir algumas malformações”, explica Denise Pedreira, do Hospital Samaritano (SP), que operou os fetos de Oladiane e Lidiane com uma técnica que ela própria desenvolveu. Trata-se da inserção de uma película protetora na medula, com auxílio de instrumentos cirúrgicos, por meio de pequenos furos na barriga da mãe.