sábado, 25 de dezembro de 2010
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
domingo, 19 de dezembro de 2010

IG
Foto: Reprodução/ Globo Diana e Mauro: complicação rara da pré-eclâmpsia, Hellp Síndrome vai tirar personagem da trama
Diana, a jornalista interpretada por Carolina Dieckmann em “Passione”, se despede da trama amanhã. A escolha do autor Silvio de Abreu de livrar-se da mocinha no meio da trama dividiu os telespectadores. A manobra pode ser discutível, mas serve para alertar as mulheres sobre um mal silencioso que acomete uma parcela das gestantes. Diana vai morrer vítima da pouco conhecida Hellp Síndrome, a complicação mais grave da pré-eclâmpsia, também conhecida como doença hipertensiva específica da gravidez.
De acordo com Dênis José Nascimento, presidente da Comissão de Gestação de Alto Risco da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), a Hellp Síndrome não é uma doença comum. Ela se apresenta em aproximadamente 10% das mulheres grávidas que sofrem de pré-eclâmpsia – na porcentagem geral, estima-se que o problema atinja de 0.2% a 0.6% das gestações. A Síndrome de fato apresenta risco de morte à mãe e ao bebê que está para nascer.
A denominação da Hellp Síndrome descreve seus três principais elementos: “H” para hemólise (quebra das hemácias), “EL” para elevação de enzimas hepáticas e “LP” para baixa contagem de plaquetas. “Estas complicações podem determinar gravíssimas consequências”, explica Nascimento. Os sintomas da doença não são percebidos facilmente – o que exige o dobro de atenção ao corpo. Eles se iniciam com aumento da pressão arterial, inchaço e perda de proteína na urina.
“À medida que a doença vai se agravando, a paciente pode começar a ter muitos outros problemas”, explica o médico. Problemas neurológicos como dor de cabeça e desorientação, dor de estômago, dor na região do fígado e eventualmente náuseas, vômitos e tonturas. “Tudo pode prenunciar a existência de uma crise convulsiva, então é necessário dar muita atenção ao problema”, completa.
Cura após o parto
Uma vez diagnosticada a doença, o que só ocorrerá através de uma série de exames de laboratório, é possível realizar um tratamento paliativo – que consistirá em repouso, tratamento da pressão arterial e de crises convulsivas. Mas a cura mesmo, só após o parto. Segundo Frederico Peret, obstetra especializado em gravidez de alto risco, de Belo Horizonte, não há como evitar o problema.
“Só quando a mulher engravida pela segunda vez é que é possível tomar algumas medidas para reduzir o risco”, afirma Peret. Ainda assim, pode-se tentar evitar que a doença dê as caras procurando saber se há uma condição de hipertensão crônica, além de estabelecer um estilo de vida saudável, com controle do peso e dieta adequada. Mas não para por aí.
Segundo Nascimento, os grupos com maior predisposição para a doença são mulheres com doenças crônicas que afetam o coração e o rim, além das pacientes com diabetes ou lúpus sistêmico. Como ainda não há como evitá-la de forma certeira, o especialista ressalta que a principal prevenção é um pré-natal bem assistido e de qualidade. “Não há uma prevenção primária da Hellp Síndrome, então se a doença for reconhecida precocemente, é preciso tomar medidas para que não evolua para um caminho mais grave”, explica.
Diagnóstico precoce
Mesmo fora dos fatores de risco, ainda é possível que o problema surja. E o diagnóstico precoce é realmente a melhor chance das gestantes que sofrem da Hellp Síndrome. “Se identificar o mais cedo possível e começar o acompanhamento médico, o risco de morte é significativamente reduzido”, afirma Peret. Segundo ele, a evolução da Hellp Síndrome é muito relativa e dependerá muito de cada caso. “Geralmente ela ocorre do meio para o final da gravidez, mas pode acontecer até aos três meses de gestação”, diz. O quadro de complicações pode tanto evoluir em horas, como semanas, meses ou dias. “O ideal, então, é preparar a paciente para o parto, mas dependerá de cada situação”, completa.
Fora o risco de morte, a principal complicação é o quanto os problemas decorrentes da Síndrome podem afetar o bebê – que provavelmente terá que nascer prematuro: “Na Hellp Síndrome a placenta não tem o desenvolvimento normal, não promove o desenvolvimento adequado para a criança e aumentam as chances de ela se descolar do útero, o que é muito grave”. Com o problema superado, ainda é possível que a mãe sofra algumas consequências depois, em longo prazo. “Aquela mulher que teve hipertensão na gravidez tem uma chance maior de desenvolver doenças cardíacas, hipertensão arterial e acidente vascular cerebral (AVC) no futuro”, completa.
Embora seja uma doença ainda pouco conhecida do público, com causas e processos nebulosos mesmo para a Ciência e para os médicos, o reconhecimento da Hellp Síndrome está ficando cada vez mais sólido – ainda que não se saibam as razões do seu desenvolvimento. Frederico Peret conta que, atualmente, estão sendo estabelecidos exames específicos para determinar as mulheres que possuem maior ou menor chance de desenvolver o problema. “Infelizmente, isso ainda não fecha a questão”, admite. Mas estão chegando perto.
sábado, 18 de dezembro de 2010
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
domingo, 12 de dezembro de 2010
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Caroline Celico
Kaká e Caroline Celico, grávida do segundo filho, vão passar festas na Espanha
'Não dá tempo (de ir a São Paulo) por causa dos treinos', disse ela à coluna.
Kaká e Caroline Celico, que anunciaram ontem a gravidez do segundo filho, contou à coluna de Mônica Bergamo, na "Folha", que não pretende sair da Espanha, onde joga o brasileiro, para passar as festas de fim de ano em São Paulo.
"Não dá tempo por causa dos treinos", disse Caroline à coluna. O Real Madrid, time do craque, tem jogo no dia 2 de janeiro.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
barriga de aluguel
Vende-se Uma Barriga
+ Se preferir, assista na íntegra em vídeo

Ligamos para uma dessas mulheres que resolveram fazer da gestação um negócio rentável. A conversa é rápida. Marcamos um encontro. Pegamos a estrada para Campinas, no interior de São Paulo.O primeiro contato é do lado de fora do shopping. Seguimos para a praça de alimentação. Estamos na hora do almoço, a circulação de pessoas é grande. O casal prefere o local para não chamar a atenção. Nossa produtora usa um nome fictício . Ela diz que é casada e está interessada em alugar uma barriga. Mônica e Rodrigo são casados há sete anos e tem dois filhos. Desempregado, o marido pretende abrir um negócio com o dinheiro da barriga de aluguel. Faz nove meses que colocaram anúncios na internet. Nossa produtora dá uma desculpa providencial e sugere um novo encontro. O casal destaca: o pagamento pode ser feito em duas parcelas. O destino de um bebê ditado pelas regras de um mercado clandestino e criminoso. Pequenos seres humanos, muitas vezes negociáveis antes mesmo de nascer. Um mercado que só se prolifera.
De volta a São Paulo, entramos em contato com mais uma candidata a mãe de aluguel. A mulher não se importa em gerar a criança e depois entregar a um desconhecido. Viajamos até Belo Horizonte para conhecer a mãe de aluguel.Nosso produtor se passa por um homem casado, interessado em alugar uma barriga. Minutos depois chega a mãe de aluguel. Daniele, vinte e nove anos, mãe solteira de um menino de sete. Ela é estudante de direito e quer o dinheiro para concluir os estudos.A conversa é descontraída, ela sabe bem o que quer. Daniele trata do assunto enquanto saboreia seu lanche da tarde. Agora, Daniele deixa claro que sua gestação não terá laço afetivo com a criança. Deixamos o local com a promessa de um novo encontro nos próximos dias.

A prática de barriga de aluguel é permitida na Índia desde 2002. Além da legalidade, o baixo custo leva casais do mundo todo a procurar mães de substituição no país. Enquanto uma americana gasta com a barriga de aluguel 200 mil dólares, na Índia não passa de 10 mil. Na Índia, eles são conhecidos como os bebês milagrosos. Mães como Ophina, de 26 anos, que gerou e deu a luz a gêmeos para Christine, uma mulher estéril de Vancouver, no Canadá. Ophina alugou seu útero por 7.500 dólares. Uma quantia superior ao salário mínimo de um trabalhador médio por dez anos na Índia. Com o dinheiro, ela pode realizar o sonho de comprar uma casa. Ophina é uma das 50 mães substitutas da clínica de infertilidade em Anand, Gujarat. No total, a indústria da barriga de aluguel movimenta meio bilhão de dólares por ano. Christine, a mãe biológica dos gêmeos que Ophina gerou, tentou a fecundação in vitro em seu próprio útero por três vezes. Todas sem sucesso. A Índia era sua última esperança já que a barriga de aluguel é ilegal no Canadá.

Seguimos para Americana, no interior de São Paulo onde Suzy mora. Nossos produtores se passam por marido e mulher em busca de uma mãe substituta. Suzy e o marido Fernando tem um casal de filhos. Um rapaz de 20 anos e uma menina de 12. Ela já alugou seu útero por 25 mil reais. Agora, está pedindo bem mais: 150 mil. Jaqueline tem 29 anos. Tem uma filha de 9 anos e um filho de dois. Quer alugar a barriga para comprar uma casa. Ela pede 100 mil reais. Jaqueline realmente está disposta a alugar a barriga. Mais uma vez, sem saber que estava sendo gravada, foi com nossos produtores até uma clínica de reprodução humana. Ela se dispôs a realizar todos os exames necessários para que a hipotética fertilização fosse satisfatória. Mas, obviamente, que a nossa suposta negociação acaba aqui.
O Brasil não possui uma legislação específica para a prática de barriga de aluguel. Hoje, o procedimento só é permitido entre parentes. E não pode haver interesse financeiro entre as pessoas envolvidas. Em muitos casos, quem recorre ao serviço de forma ilegal, pode ser enquadrado na lei de transplantes que proíbe a compra e venda de tecidos, órgãos ou partes do corpo humano. Um crime que prevê até oito anos de prisão, mas até hoje ninguém foi preso no Brasil por negociar o útero.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
mulher não sabia que estava gravida e dá a luz no vaso sanitário!!!!

O medo de muitas mulheres tornou-se realidade com a britânica Joanne Weller, de 22 anos. Ela acordou no meio da noite com dores nas costas e 30 minutos depois deu à luz uma menina. Grávida de oito meses, Joanne não tinha ideia de sua situação, pois achava que essa dor era causada pelo serviço pesado que fazia no bar em que trabalha.
Durante os oito meses de gestação, Joanne continuou a ter menstruações regulares até o momento em que teve sua filha prematuramente. Como não percebeu aumento no volume da barriga e nenhum outro sinal de gravidez, Joanne não desconfiou e continuou sua rotina normal.
A pequena Madison nasceu no dia 21 de maio. Em entrevista ao Daily Mail, a mãe de Joanne, Valerie, de 52 anos, chamou uma ambulância, na noite em que a filha estava com fortes dores, achando que poderia ser algum problema no apêndice ou nos rins. Meia hora depois, apesar de prematura, Madison nasceu saudável com 2,85 kg. Valerie recolheu a neta do banheiro e, quando a ambulância chegou, encontrou o bebê ainda com o cordão umbilical.
Com o choque da situação, Joanne demorou a acreditar que tinha tido uma filha, ficou internada em observação por dois dias no Hospital Hinchingbrooke, na Inglaterra, e agora está na casa em que mora com os pais junto com a filha. Em entrevista, ela contou que havia rompido com o pai de Madison há alguns meses e, por isso, ele ainda não sabe do nascimento da bebê. "Apesar do susto, a alegria de ter um bebê em casa é inexplicável", diz a nova mãe.
mulher não sabia que estava gravida e dá a luz no vaso sanitário!!!!
A surpresa da maternidade
Especialistas dizem que casos como o de Glaci são raros
BLUMENAU - Entre um exame pós-parto e outro, ontem à tarde, na maternidade do Hospital Santo Antônio, Glaci Aparecida dos Reis Santos parou no berçário para amamentar e dar um cheiro na pequena Thais, de um dia. Não teve tempo para dar entrevista ao Santa, mas aceitou ser fotografada. A expressão de alegria deixa para trás o susto do dia anterior, quando, sem saber que estava grávida, chegou à unidade hospitalar reclamando de dores abdominais e, ao ir ao banheiro urinar, deu à luz. O bebê nasceu prematuro e saudável, ao oitavo mês de gestação. A auxiliar de serviços gerais, de 45 anos e mãe de outros três filhos, garante que não imaginou estar grávida. O caso surpreendeu a classe médica. Para especialistas em Ginecologia e Obstetrícia, é praticamente impossível uma mulher chegar ao final da gestação sem tomar conhecimento da gravidez.
O delegado em Blumenau do Conselho Regional de Medicina, ginecologista e obstetra Jacy Bruns, explica que as chances disto ocorrer são maiores entre mulheres muito acima do peso, o que as impediria de perceber mudanças no corpo, e a partir dos 45 anos, quando entram no período da menopausa e param de menstruar. Não é o caso de Glaci, que está dentro do peso e contou aos médicos do hospital ter menstruado nos últimos meses. Para a obstetra e ginecologista Muriel Salete Giongo, histórias como a de Glaci podem se tratar de negação de ordem psicológica:
– Uma mulher neste estágio da gravidez não sabe se não quiser. Tem pessoas que preferem fazer de conta que não está acontecendo nada. É mais uma questão psicológica, porque o bebê interage com a mãe. Não tem como dizer que não sentiu nada. Além do corpo mudar, o bebê se movimenta.
O obstetra, ginecologista e gerente-técnico do Hospital Santo Antônio, Osionides Conte Martinez, é enfático. Para ele, é impossível uma mulher desconhecer a própria gravidez “vendo a barriga crescer mensalmente”.
– O peso de uma gestante aumenta de 10 a 15 quilos, o bebê se movimenta dentro dela, os seios crescem – lista Martinez.
Marido ainda não conseguiu visitar mulher e bebê
Uma grávida corre o risco de não sentir os chutes do bebê somente quando tem obesidade mórbida, o que dificultaria o movimento do bebê se sobrepor à gordura acumulada na mãe, pondera Muriel.
A enfermeira que atendeu ao pedido de socorro de Glaci no banheiro conta que encontrou a mulher agachada ao lado do vaso sanitário, muito emocionada, com o bebê quietinho caído ao chão.
– Ela chorava muito. Um choro não de dor, mas de alegria – contou a enfermeira, que em três anos de profissão nunca havia presenciado caso semelhante.
Ainda ligadas pelo cordão umbilical, mãe e filha foram imediatamente levadas para o Centro Obstétrico, onde os procedimentos do parto foram finalizados.
As duas permanecem internadas no hospital e passam bem. Thais, que nasceu com 1,885 quilo, só vai ganhar alta quando atingir os dois quilos, o que deve levar mais cinco dias. O marido de Glaci, que trabalha fora de Blumenau, ainda não havia conseguido visitar a esposa e o bebê no hospital. Os dois moram com os filhos no Bairro Glória.
Serviço
Doações - A assessoria de imprensa do Santo Antônio arrecada doações para o bebê, pois, segundo o hospital, a família é de baixa renda. Elas podem ser encaminhadas diretamente ao hospital. Informações: 3231-4001
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
mayara carey gravida

Ampliar Foto Getty Images/.Agência Getty Images/.Agência
Mariah Carey (arquivo)
Nada de sorvete, bolo, pizza...Mariah Carey está aderindo aos lanches saudáveis quando o assunto é "desejos de gravidez".
Conforme contou ao site Extra, ela se sente diferente de outras gestantes. "Minha situação é incomparável", falou. "Não sei por que razão, mas só penso em frutas", completou.
Outros efeitos colaterais da gravidez incluem o inchasso em diversas partes do corpo. "Meus dedos, obviamente, incharam", diz. "Não posso tirar os anéis".
O nascimento do bebê vai mesmo afetar os planos de férias da cantora. Mariah disse que ela e seu marido Nick Cannon costumam ir para Aspen, mas isso já não será mais possível por enquanto. "Não posso por causa da altitude", explicou ela. "Estamos pensando em outras opções de viagem", completa.
Enquanto fala sobre sua nova alimentação, ela não revela outros detalhes da gravidez - inclusive não confirma rumores de que estaria esperando gêmeos. "Não estou dizendo nada a ninguém", insiste.